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Madalena Almeida: “Só dou por garantidos a família e os amigos”

Aos 20 anos, a Cátia de ‘Amor Maior’ tem já um percurso como atriz do qual se pode orgulhar, mas mantém os pés assentes na terra.

Vanessa Bento
3 de setembro de 2017, 16:00

Quando, há dois anos, terminou o curso na Escola Profissional de Teatro de Cascais, a televisão e o cinema pareciam ainda muito distantes para Madalena Almeida. Mal ela sabia, na altura, que aquilo que sonhava para o seu futuro se viria a concretizar rapidamente e de forma consistente. Na verdade, foi nesse mesmo ano, quando depois se inscreveu na Escola Superior de Teatro e Cinema, que teve a sua primeira oportunidade em televisão e na Sétima Arte, pela mão do realizador Manuel Mozos.
Um ano depois, viu-se novamente a conciliar os estudos com as gravações de uma telenovela, Amor Maior, da SIC. Neste momento, prepara-se para integrar o elenco da sua terceira telenovela. E tem apenas 20 anos. Mas como nisto do talento a idade não passa apenas de um número, Madalena tem-se conseguido afirmar nas várias áreas da representação, incluin­do no teatro. Uma dedicação plena e consciente, de quem sabe perfeitamente o caminho que quer seguir.
Neste percurso, a atriz tem contado com o apoio permanente e fundamental da mãe, o seu pilar, e do irmão. E, desde há quatro anos, encontra ainda uma força extra no namorado, Bruno.
Embora humilde e tímida, em cima do palco ou nos ecrãs não se deixa esmagar pelos desafios. E no dia a dia também não, mas nos momentos em que pode voltar a ser a Madalena de sempre, tem a felicidade de saber perfeitamente quem é e para onde vai. E, com ela, carrega as memórias de uma infância feliz, rodeada pela família, onde as suas festas de anos, sempre decoradas ao mais ínfimo pormenor pela mãe, eram o palco ideal para as suas coreografias e playbacks. Hoje, os palcos são outros. E maiores. Assim como os seus sonhos.
– Tem apenas 20 anos, mas já conquistou um lugar na representação. Como se sente por isso?
Madalena Almeida –
Agra­decida! A televisão surgiu como um bónus na minha formação, uma oportunidade que eu não esperava que aparecesse tão cedo. E todo o trabalho que tenho feito em paralelo com os estudos, embora cansativo, veio complementar a minha formação e permitiu-me, enquanto aspirante a atriz, ter experiências noutras áreas que o Conservatório não aprofunda, por ser mais direcionado para o ramo do teatro. Por isso, só posso mesmo estar grata. Mas não gosto de pensar que as coisas estão garantidas. A verdade é que esta profissão é muito inconstante e, embora saiba que é isto que quero fazer da minha vida, também gostava de estudar outras coisas. Por exemplo, fotografia e imagem Acho que também pode ser interessante para um ator conhecer o que se passa na cabeça e nos olhos de quem está a ver através da lente. E depois, não quero parar de estudar e de aprender. Temos de estar sempre em constante renovação das nossas capacidades para não estagnar numa fórmula única de fazer as coisas. O que mais me encanta num bom ator é a capacidade de imaginação e isso também se exercita.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1151 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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