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Edite Estrela: Dias felizes em família na Quinta do Lago

A deputada socialista é muito dedicada aos quatro netos. Durante a sessão fotográfica, as crianças mostraram-se muito divertidas e bem dispostas.

Joana Carreira
3 de setembro de 2017, 14:00

Edite Estrela é uma mulher de família e todos os anos faz questão de juntar os filhos e os netos para uns dias de descanso no Algarve. Encontrámos a deputada socialista na praia do Gigi, na Quinta do Lago, o seu local de eleição para as férias de verão, onde nos contou que uma das suas prioridades hoje em dia é poder acompanhar o crescimento dos netos, Diogo e Vicente, de 11 anos, filhos de Patrícia, e Francisco, de 13, e Mafalda, de cinco, filhos de Filipa.
– As férias de verão em família já são uma tradição...
Edite Estrela –
Gosto muito, é a minha prática anual. Mesmo fora do período das férias grandes, gosto de estar com eles e via­jar com eles. A educação, em sentido lato, é uma das minhas prioridades. As minhas economias são para podermos viajar em conjunto. Esse é o melhor legado que lhes posso deixar. O divertimento também é muito importante. Parafraseando Fernando Pessoa, “procuro que os bons momentos tenham a duração necessária para que sejam inesquecíveis”, quer seja na praia, no campo ou em viagem. Quero que recordem como bons momentos o tempo que passam com a avó.
A Mafalda, sendo a única menina, é a mais mimada?
– Sim! Ela está no meio de três rapazes, quer imitar tudo o que fazem. Quando estavam a tirar a fotografia [desta produção], também queria saltar como os outros!
– Consegue descansar com esta azáfama das férias em família?
Provavelmente, há momentos de diversão que para mim representam descanso. Consigo descansar a mente, também não estou sob pressão do trabalho e da responsabilidade do dia a dia. O contacto com os meus netos também é uma forma de me sentir rejuvenescida. Aqui na praia fazemos passeios para os momentos das confidências, em que eles falam comigo com grande cumplicidade de aspetos de que não falarão tão facilmente com os pais. Fazem perguntas, colocam dúvidas sobre o crescimento e a descoberta que vão tendo do mundo.
É a avó ‘psicóloga’?
Não [risos]! Acho que há uma certa confiança que têm em mim, tal como cumplicidade e afeto. Ficam à vontade comigo e conversam. São crianças muito vivas, com muita energia.
– Vai ter mais férias?
– Vamos para o Douro, onde também temos casa. As crianças gostam muito, porque é sinónimo de liberdade e desporto. Eles costumam ir com o avô para a quinta tratar das vinhas. Gostam muito da vida de campo. E é bom, porque ficam a saber coisas diferentes que, regra geral, os miúdos da cidade não conhecem, a não ser pela leitura. É muito enriquecedor e um complemento da educação que têm na escola.
– Depois dos dias no Douro, regressa ao trabalho.
Sim, no final do mês voltamos para a atividade do dia a dia, que este ano é atípico, com as eleições autárquicas.

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