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Cláudia Vieira: “Gosto muito do que sou e das pessoas que tenho à minha volta”

Durante a pausa que fez em televisão, Cláudia encontrou o que há muito procurava: uma peça de teatro à sua medida: “À Boleia Para Hollywood”, um espetáculo onde o público pode rir e chorar, que estará em cena no Teatro da Trindade, em Lisboa, de 6 de setembro a 1 de outubro.

André Barata
13 de agosto de 2017, 10:00

Depois de uma pausa na televisão, Cláudia Vieira está de volta ao pequeno ecrã na novela Paixão. Durante esse período, a atriz, de 39 anos, apostou na sua formação e dedicou o máximo tempo às pessoas mais importantes da sua vida, como é o caso da filha, Maria, de sete anos, e de João Alves, o empresário com quem namora há três anos.
Pelo caminho, encontrou uma peça de teatro com os ingredientes que procurava, À Boleia Para Hollywood, que depois de uma digressão pelo país estará em cena em Lisboa, no Teatro da Trindade, de 6 de setembro a 1 de outubro.
Aproveitando a passagem da digressão comemorativa dos 25 anos da SIC por Faro, fizemos um passeio de barco e pusemos a conversa em dia com a atriz.
– Como é que vai conciliar o teatro com as gravações da novela e ainda ter tempo para a sua filha?
Cláudia Vieira – Vou dormir um bocadinho menos e andar com os sentidos em alerta máximo, mas não vai haver espaço para inventar muito! Vão ser só 30 dias de teatro e novela em simultâneo, portanto, vou conseguir. No entanto, têm de ser dias também dedicados à minha filha, aí não há hipótese.
– Uma criança de sete anos compreende este ritmo de trabalho?
– Às vezes cobra um bocadinho e diz-me que só penso em trabalho. É só mimo, porque ela até me tem acompanhado no trabalho e agora, no verão, que marcou o arranque da novela, temos passado bastante tempo juntas. É aquele momento em que não há pressas para vestir e ir para a escola, é a melhor altura para se viver um filho!
– E os restantes amores da sua vida? Como lidam com esta ausência?
Já conhecem este ritmo, esta minha forma de viver e de compensar. Há dias em que não estou, mas depois, quando posso, há uma dedicação muito grande.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1148 da revista CARAS.
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