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Ana Guiomar: “Não acredito no casamento. Acho demasiado contratual”

Foi nos ‘Morangos com Açúcar’ que Ana Guiomar iniciou a sua carreira. Dez anos depois, é uma das atrizes mais requisitadas da sua geração, tanto na televisão como no teatro.

Andreia Cardinali
13 de agosto de 2017, 14:00

Junto de Ana Guiomar, o tempo passa a correr, graças à sua boa disposição, sentido de humor e forma tranquila de encarar a vida. Aos 28 anos, a atriz tem a certeza do que pretende para o seu caminho. Presença assídua na televisão e no teatro, está realizada profissionalmente, e também feliz com a relação sólida que vive há dez anos com o seu colega Diogo Valsassina, como nos disse numa manhã passada na Estufa Fria, em Lisboa.
– Acabou recentemente a peça Toda a Cidade Ardia, no Teatro Aberto. Como foi?
Muito bom! É uma peça muito diferente daquilo que tenho feito, um projeto muito especial.
É um espetáculo inédito, de uma autora portuguesa de quem gosto muito e que todos nós nos habituámos a ler na escola, que é a Alice Vieira, o que torna a coisa assim um pouco mítica. Na verdade, foi incrível. E ainda bem que a vamos repor em outubro.
– O teatro ganha cada vez mais relevo na sua vida em detrimento da televisão?
Ambos têm um lugar muito grande no meu coração. A televisão é mais imediata, adoro as pessoas com quem trabalho – e tenho a sorte de trabalhar quase com a mesma equipa desde que comecei. O teatro dá-me muitos alicerces para depois trabalhar em televisão e dá-me a possibilidade de usar a palavra e preparar os textos de outra maneira.
– Entretanto, surgiu uma outra paixão: a culinária...
– Não é bem nova, pelo menos para mim. Em casa sempre cozinhei e sempre gostei de o fazer. Comigo é tudo muito imediato, não perco tempo na cozinha. Não gosto de estar muito parada, fico enervada, jamais faria croché ou tricô... ia-me enervar [risos]. Na cozinha, podes cortar rápido, mexer rápido... na minha cozinha, uma omelete parece 30 pratos a sair de um restaurante. Tudo para mim é como se fosse um banquete.
– E o Diogo é muito crítico em relação ao que cozinha?
Se for crítico corre-lhe mal, porque não cozinha nada e não tem outro remédio. Mas ele gosta.
– Mas se ele não cozinha e a Ana habitualmente trabalha no teatro à noite, como é que ele faz?
Não faço ideia, não é um problema meu [risos]. Às vezes vejo um prato ou outro sujo... talvez encomende... agora deixar o jantar feito para ele, nem pensar...
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1148 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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