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Dânia Neto volta a encontrar o amor: “O Luís faz-me sentir muito especial”

Em Amesterdão, a atriz falou dos seus planos para as férias e da razão que a leva a sorrir de forma ainda mais radiosa.

André Barata
30 de julho de 2017, 12:00

Depois de um ano intenso de trabalho sem interrupções, em que rodou o filme Perdidos e gravou a novela da SIC Amor Maior, Dânia Neto não poderia estar mais entusiasmada com o tempo de descanso que terá este verão. E para o desfrutar, a companhia está escolhida: chama-se Luís Matos Cunha e é o novo namorado da atriz. Que, diz, a faz sentir-se uma mulher especial. Durante uma viagem a Amesterdão, conversámos com Dânia sobre os seus planos para estes meses de repouso e, claro, sobre o amor que iluminou ainda mais o seu sorriso.
– Que balanço faz deste ano de trabalho?
Dânia Neto – Foi um ano de trabalho muito intenso, sem paragens, mas termino com a sensação de dever cumprido! Os portugueses riram e choraram com os dramas cómicos e dramáticos do casal Liliana e Tomané [Rui Unas], por isso foi mesmo muito divertido fazer o Amor Maior.
– Quando termina um projeto, guarda algumas características das personagens que interpreta?
– O que tento fazer é desligar do trabalho, “matar” a personagem e mudar o que conseguir no meu visual, como um novo corte de cabelo, por exemplo, de forma a que seja mais fácil encerrar esse capítulo e preparar-me para um novo.
Nesta época do ano, prefere viajar ou aproveitar o nosso país?
Adoro o meu país e esta é a minha altura do ano preferida! Gosto das nossas praias e do nosso Alentejo. Vou viajar até Itália, mas depois vou aproveitar Portugal de norte a sul.
– O seu sorriso e boa disposição parecem ser constantes, como testemunham as partilhas que faz nas redes sociais... Sabe bem ter agora alguém com quem partilhar toda essa felicidade?
São características minhas e já habituei quem me segue a isso, mas o meu sorriso mais feliz e constante deve-se ao facto de estar a viver um momento muito especial e importante na minha vida! Estou apaixonada, a viver uma fase reparadora, e sinto-me verdadeiramente de bem com a vida.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1146 da revista CARAS.
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