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Liliana Santos: “Cada pessoa tem o seu percurso, ter um filho não pode ser um ato egoísta”

A atriz aproveitou a única semana de férias que teve este ano, em janeiro, para rumar a Cabo Verde e fazer voluntariado. A experiência ajudou-a a construir a personagem que faz na novela da SIC “Espelho d’Água”.

Andreia Cardinali
29 de julho de 2017, 12:00

Liliana Santos chegou ao local desta sessão fotográfica sem maquilhagem, de cabelo apanhado no alto da cabeça e com o ar descontraído de quem passa despercebido na rua. Mas não será verdade. Aos 36 anos, a atriz é uma cara bem conhecida do público e merece a popularidade que tem, como tem vindo a demonstrar nestes 13 anos de carreira.
A viver momentos de pura felicidade junto do namorado, cuja identidade não quis revelar, e satisfeita com a personagem que está a fazer na novela da SIC Espelho d’Água, Liliana conversou connosco sobre esta fase e sobre a forma como se sente cada vez mais serena no caminho que escolheu percorrer.
– Nesta novela interpreta uma espécie de missionária, o que a levou a viajar em janeiro para Cabo Verde para ‘construir’ melhor a personagem. Como foi essa experiência?
Liliana Santos –
Maravilhosa. Tive uma semana de pausa entre o espetáculo Cinderela no Gelo e o início das gravações desta novela. Decidi que devia ter férias, mas de forma útil: aproveitei para fazer voluntariado numa institui­ção, já que a minha personagem, a Patrícia, trabalha numa ONG [Organização Não Governamental]. Foi um bom pretexto para concretizar algo que desejava fazer há bastante tempo.
– Calculo que não tenha sido fácil, do ponto de vista emocional, acompanhar crianças carenciadas...
– Foi mais difícil do que esperava. É uma instituição que alberga desde recém-nascidos a crianças de seis anos. É uma realidade totalmente diferente das nossas, embora saiba que há piores. Tocou-me muito e aqueles meninos farão sempre parte de mim. Neste caso são pobres, mas têm algumas condições melhores do que outras populações africanas. Têm um ótimo clima, uma ótima música, e a verdade é que vivem muito felizes, apesar do pouco que têm. Mas claro que é difícil lidar com condições sanitárias e de alimentação tão precárias
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1146 da revista CARAS.
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Veja o vídeo de 'making of' desta sessão fotográfica

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