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António Zambujo partilha o seu lado mais romântico: “O amor tem de ter sal e graça”

A CARAS acompanhou o ‘making of’ da sessão fotográfica que o cantor fez para a empresa de vinhos José Maria da Fonseca. Neste dia passado em Lisboa, António mostrou o seu lado mais descontraído, o que nem sempre é fácil para alguém que é tímido e reservado.

Marta Mesquita
15 de julho de 2017, 16:00

António Zambujo tem mesmo alma de artista. Seja no palco ou na vida de todos os dias, basta-lhe ter uma guitarra nas mãos para se sentir em casa. Ao longo dos últimos 15 anos, o cantor alentejano tornou-se um dos nomes grandes da sua geração, reconhecimento que o tem levado a palcos espalhados pelo mundo inteiro. Na bagagem leva sempre uma ingenuidade e um fascínio que os anos de estrada não esmoreceram.
Se na música canta o amor, na vida pessoal também não lhe faltam afetos. Ao lado dos filhos, Diogo, de 18 anos, e João, de seis, António reinventa-se e rejuvenesce, tendo nos momentos em família uma constante fonte de inspiração. Reservado e tímido, o cantor continua, aos 41 anos, a ver o amor e a paixão com olhos de adolescente. Quando se trata de amar, não tem medo de ficar ‘sem chão’, como confessou nesta conversa, feita dias antes de perder o pai, Joaquim Zambujo, que morreu a 23 de junho, precisamente na véspera de um concerto que o músico tinha agendado para o Coliseu. O espetáculo ficou adiado para 21 de julho.
– Passados 15 anos da edição do seu primeiro disco, continua a olhar para a música e para a criação da mesma forma? Mantém alguma ingenuidade?
António Zambujo – Sim, temos de manter essa ingenuidade e a capacidade de escutar e de ver o que está à nossa volta, até porque é isso que nos inspira. Tento manter essa autenticidade e a vontade de fazer coisas novas.
– E no meio de tantos concertos, tem algum tempo livre?
– A música está sempre presente. Mesmo depois de um jantar de amigos, há alguém que pega numa guitarra e começa a tocar. O bichinho está sempre lá. Gosto deste ambiente de tertúlia em que conversamos enquanto degustamos boa comida e boa bebida.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1144 da revista CARAS.
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