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Rita Pereira: “Estou cansada que me perguntem quando quero ser mãe”

Aos 35 anos, a atriz assume que já não tem ‘papas na língua’ e acredita que o futuro é feliz, em especial desde que namora com Guillaume Lalung.

Andreia Cardinali
2 de julho de 2017, 12:00

Em criança Rita Pereira, agora com 35 anos, dava nas vistas pelos seus cabelos longos e negros. Já na altura sonhava dar a cara por uma grande marca de produtos capilares. Hoje, e pelo segundo ano consecutivo, é a embaixadora da Pantene, o que a deixa, como diz, muito orgulhosa. “Este segundo ano teve para mim um gosto muito especial, pois se no primeiro te escolhem pelo teu trabalho, no segundo já o fazem por aquilo que és e trabalhaste com a marca e isso deixa-me muito feliz.”
A apresentação do novo produto da marca, um condicionador em espuma, foi o mote para uma conversa com a atriz sobre os seus cuidados de beleza, a sua carreira e o seu namoro de três anos com o produtor francês Guillaume Lalung.
– O cabelo é um pouco a sua imagem de marca...
Rita Pereira – É verdade, e sempre tive muitos cuidados desde pequena, porque sempre ouvi que tinha um cabelo muito bonito e forte. A minha mãe sempre me fez muitos penteados e sempre exibiu com orgulho o meu cabelo, e eu também.
– Tem o cuidado de só se associar a marcas com as quais se identifica?
Naturalmente, e quando o faço gosto de realmente usar os produtos em causa. É o caso desta espuma amaciadora, que uso em determinados momentos, em especial quando vou para trabalhos em que sei que me vão mexer no cabelo.
– Essa honestidade é uma característica que alimenta.
Sem dúvida. No meu Instagram tanto apareço maquilhada e penteada como hoje, como acabada de acordar e a passear os meus cães. Gosto de ser transparente. Claro que tenho uma preocupação social, mas não mudo a minha personalidade nem os meus hábitos para agradar aos outros. Acho que a naturalidade e a forma como encaro a vida é que agrada a quem me segue.
– Tem estado afastada dos ecrãs, embora em breve vá começar a gravar a próxima novela da TVI. Deu para se dedicar mais tempo à sua relação?
Sim, e à minha família. É muito bom poder compensá-los nestas alturas.
– Calculo que nesta fase da carreira já esteja cansada da pergunta habitual sobre a vontade de ser mãe...
[Respira fundo] É verdade. Estou cansada que me perguntem quando quero ser mãe. Já me dei ao trabalho de pesquisar esse assunto no Google e encontrei mais de 20 capas de revista a dizer que quero ser mãe, algo que afirmo desde os 22 anos.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1142 da revista CARAS.
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