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Rita Salgueiro assegura: “Não preciso de ter filhos para me sentir realizada”

A ‘designer’ de interiores do programa ‘E Agora O Que É Que Eu Faço?’ abriu as portas de casa, em Sesimbra.

Marta Mesquita
1 de julho de 2017, 16:00

É na sua casa de família, em Sesimbra, que marcamos encontro com Rita Salgueiro, de 41 anos. Aqui, neste refúgio na margem sul do Tejo, o tempo para e a designer de interiores consegue desligar-se dos afazeres profissionais, algo raro para quem se define como workaholic. Tendo encontrado no trabalho a sua verdadeira vocação, Rita abdicou de formar a sua própria família, decisão da qual, garante, nunca se arrependeu. Contudo, não lhe faltam afetos. Ao lado dos familiares e amigos, a designer de interiores desfruta de momentos felizes e plenos, faltando apenas encontrar um companheiro que a compreenda e apoie nas suas escolhas.
Num dia passado neste reduto campestre com cheiro a maresia, Rita, que atualmente participa no programa da SIC e da SIC Mulher E Agora O Que É Que Eu Faço?, conversou com a CARAS e partilhou as inspirações que ‘salpicam’ os seus dias de cor.
– Como é que a decoração entrou na sua vida?
Rita Salgueiro – Acho que a decoração sempre fez parte da minha vida. Até aos 14 anos, andava indecisa entre seguir Medicina Veterinária ou Artes. Fiz testes psicotécnicos e a psicóloga disse-me que seria muito mais feliz em Artes. Acabei por seguir Design de Interiores, porque sou muito atenta aos pormenores.
– E o que a inspira?
– Tudo me inspira. Uma ida ao cinema ou uma saída com os amigos são situações que me inspiram. O que realmente gosto no meu trabalho é ver que dou qualidade de vida aos meus clientes. Mudamos a vida das pessoas.
– Portanto, o seu trabalho implica ler muito bem as pessoas e as suas vivências…
– Sim, é isso mesmo. Quando trabalho, penso mesmo na vida dessas pessoas, nas suas rotinas familiares e naquilo que pretendem. Temos de ter sensibilidade para perceber todas essas coisas.
– E no meio de tanta dedicação ao trabalho, há espaço para pensar em formar família?
– Não ter filhos foi uma opção que tomei por saber que a minha prioridade é o trabalho. Adoro crianças, mas seria muito difícil cuidar de alguém 24 horas sobre 24 horas! Estou muitas vezes com as minhas sobrinhas e adoro. Mas é diferente de ter um filho. Não seria viável ser mãe com a minha vida profissional.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1142 da revista CARAS.
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