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Piquenique CARAS no Porto junta pais e filhos numa tarde de brincadeiras

O jardim do Golf Quinta do Fojo, em Vila Nova de Gaia, foi o cenário desta tarde de muitas brincadeiras e diversão.

Marta Mesquita
24 de junho de 2017, 12:00

Já a tarde ia a meio quando os convidados começaram a chegar ao Piquenique CARAS, que este ano animou o Golf Quinta do Fojo, em Vila Nova de Gaia. À sua espera, tinham um cenário capaz de surpreender a imaginação de qualquer criança. Mal entraram, foram ‘recebidos’ por um carro branco que podiam pintar como quisessem. Sim, um carro a sério para, com pincéis e tintas de todas as cores, criarem uma verdadeira ‘obra de arte’. Quanto aos que ansiavam por uma boa dose de aventura, também havia uma tenda de índios, o esconderijo ideal nesta tarde de brincadeiras. Já os mais desportistas, divertiram-se no mini-golfe e no padel, duas atividades que entretiveram meninos e meninas por várias horas. E quando a brincadeira exigia alguma pausa – sobretudo aos pais mais cansados pelas tropelias dos seus ‘índios’ –, não faltavam camas de rede e mantas coloridas para um momento relaxante. Depois de tantas diversões, quando a fome apertou os cerca de 70 convidados tinham à sua espera um lanche repleto de iguarias que agradaram a todos os paladares.
“Não são só os nossos filhos que adoram piqueniques. Nós, pais, também adoramos. Enquanto os mais novos reencontram vários amigos, os mais velhos conversam, quase sempre sobre os filhos! É um programa sempre divertido”, partilhou a jornalista Ana Guedes Rodrigues, que esteve no piquenique com o marido, António Queirós, e os filhos gémeos, António e Afonso, de quatro anos.
Os piqueniques também são programas obrigatórios para Mariana Seabra e João Espírito Santo, pais de Leonor, de sete anos, João, de cinco, e Bernardo, de dois. Enquanto os filhos saltitavam entre as almofadas espalhadas pelo chão, o médico dentista partilhou como acha importante eles brincarem fora de casa: “Não há nada mais saudável do que estar no meio da natureza.” João disse-nos ainda que em sua casa não há guerras entre irmãos e revelou o segredo desta harmonia: “Os nossos filhos dão-se muito bem. Raros são os dias em que há alguma picardia. Eles estão habituados a partilhar e a ajudarem-se mutuamente. Cabe-nos a nós, pais, ensinar-lhes a importância deste elo familiar. Eles estão sempre juntos e nem gostam de brincar sozinhos.”

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