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Cecília Henriques: “As pessoas dizem que os serões comigo são mais felizes”

A Gisela de ‘Amor Maior’ é um tal sucesso que até tem Instagram: hashtag.gi.

Andreia Cardinali
28 de maio de 2017, 10:00

A energia e a forma positiva com que encara a vida são características que saltam à primeira vista em Cecília Henriques. Pouco convencional, a atriz, de 27 anos, acredita que tudo na vida tem um propósito e que cada um de nós tem a obrigação de passar uma mensagem em cada gesto que faz. Foi por isso que, no programa Alta Definição, da SIC, falou a Daniel Oliveira da ausência do pai, a partir dos seus seis anos, e da morte dele, quando Cecília tinha apenas 16. “Fui até onde quis ir, até onde achei importante. O programa é visto por milhares de pessoas e eu também pensei nisso”, justifica.
Tranquila com a popularidade que conquistou com Gisela, a divertida e irreverente cabeleireira e esteticista que interpreta na novela Amor Maior, da SIC, Cecília vive dias felizes.
– Quando se cria uma personagem como a Gisela, chega-se a casa mais bem disposto?
Cecília Henriques – Não, chega-se a casa de rastos [risos]! Mas vai-se para o trabalho com muita energia e muito divertida. A verdade é que precisamos de total energia para interpretar a Gisela. Então, quando chego a casa, fico um bocado catatónica.
– Porque fazer comédia não é tão fácil quanto possa parecer...
– A comédia é muito exigente, mesmo. Mas esta personagem está a dar-me muito gozo. Vou sempre cheia de ideias. De repente, o meu texto só tem uma frase e eu ponho cinco línguas lá dentro... Dá para explorar imenso e isso tem sido o mais interessante. Já tenho liberdade criativa para explorar a Gisela, e isso é maravilhoso.
– Tornou-a mais conhecida. Como lida com isso?
– Quando as pessoas vêm ter comigo, agradeço sempre, mas fico um pouco constrangida. Mesmo quando me abordam quando estou a fazer cinema ou teatro nunca sei muito bem o que dizer. As pessoas dizem-me que os serões são muito mais felizes comigo e isso é muito bom.
– O Instagram da Gisela [instagram.com/hashtag.gi], criado pela SIC, terá com certeza contribuído para isso...
– Acredito que sim, aquilo tem uma vida própria, tem milhares de seguidores. Eu não tenho nada a ver com a página, mas faço vídeos cada vez que é necessário.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1137 da revista CARAS.
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