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Filipe Riobom, cirurgião plástico: “Os portugueses pedem resultados naturais”

O cirurgião é casado com Ana, que também é médica, e têm dois filhos, Ana e Henrique.

Rita Ferro
27 de maio de 2017, 10:00

Nasceu no Porto, é casado e tem dois filhos chamados Ana e Henrique. Filipe Riobom licenciou-se em Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, em 1997, e especializou-se em Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética em 2006. É muito solicitado por portugueses e estrangeiros, em particular por pacientes suíços, nas áreas de reconstrução mamária e cirurgia estética. Compreende-se: todo ele transmite serenidade, confiança e amor pelo que faz. Exerce no Centro Hospitalar do Porto, onde trabalha nas áreas de reconstrução mamária e contorno corporal pós-cirurgia bariátrica e faz medicina privada em diferentes unidades de saúde que, para além do Porto, vão desde a Póvoa a Felgueiras. O C.V. é poderoso. Estagiou no Memorial Sloan Kettering Center, em Nova Iorque e, na mesma cidade, directamente com o Dr. Alan Matarasso; fez igualmente estágio em Estocolmo, na Akademikliniken, e ainda em Barcelona, com o Dr. António Tapia. É membro da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Estética e membro do Internacional Society of Aesthetic Plastic Surgery. Recebeu-nos com a sua lindíssima mulher, Ana, também médica, no hotel Pestana Palácio Freixo, num dia primaveril. O casal encantou toda a equipa com a sua categoria, inteligência, naturalidade e simpatia. Vamos conhecê-lo.
– Escolheu a sua especialidade ainda jovem, aos 24 anos. O que o inspirou?
– Sempre achei fascinante a possibilidade de proporcionar a alguém o corpo que sempre desejou. A cirurgia plástica permite-me ter uma actividade menos centrada na doença e mais centrada na promoção da auto-estima, em que vejo mais lágrimas de alegria do que de tristeza.
– Os portugueses são destemidos? Temem operar-se ou confiam, apesar do medo?
– As portuguesas são geralmente destemidas. Raramente o medo é tema de conversa nas consultas, onde muitas vezes se estabelece uma relação de confian­ça com o cirurgião. Por vezes, sinto que existe algum receio na fase em que entram na sala do bloco operatório, em que tudo se torna mais real, iminente, mas geralmente estou com os pacientes até adormecerem, conversando e incutindo uma certa tranquilidade e sentido de normalidade ao momento.
– Há algum factor que precipite a decisão de uma cirurgia?
– Geralmente existe um pro­cesso de desconforto arrastado em relação a um determinado aspecto físico. Habitualmente, a paciente vai vivendo melhor ou pior com esse facto até que surja um factor precipitante, um comentário solto ou uma fotografia, por exemplo, que a faça agir e procurar algum tipo de aconselhamento.
NOTA: Nota: por vontade da autora, este texto não segue as regras do novo acordo ortográfico
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1137 da revista CARAS
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