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Ariana Grande criticada por não visitar as vítimas do ataque de Manchester

Morreram 22 pessoas e mais de 100 ficaram feridas na passada segunda-feira, 22 de maio, na sequência de uma explosão na Arena de Manchester, onde a cantora tinha acabado de atuar.

CARAS
26 de maio de 2017, 16:57

Ariana Grande já manifestou nas redes sociais o seu pesar perante a tragédia que aconteceu em Manchester na última segunda-feira, 22 de maio, poucos minutos depois de terminar o seu concerto. “Destruída. Sinto muito, do fundo do meu coração. Não tenho palavras”, escreveu. Segundo a imprensa internacional, a cantora, de 23 anos, terá também mostrado disponibilidade para assumir as despesas inerentes às cerimónias fúnebres das 22 vítimas mortais, uma informação que não foi confirmada pelos seus representantes. Contudo, a jovem artista não se livra das críticas.
Depois de falar sobre a visita que a rainha Isabel II fez ao hospital pediátrico Royal Manchester, onde ainda estão internadas 19 crianças e adolescentes feridos no atentado, cinco dos quais nos cuidados intensivos, o jornalista britânico Piers Morgan criticou Ariana Grande por não ter tido uma atitude semelhante. “Que Deus abençoe a rainha e o seu coração bom”, escreveu Katy Perry no Twitter e Morgan respondeu: “Concordo. Teria sido simpático se Ariana Grande tivesse ficado para fazer o mesmo”.
A cantora regressou a casa, na Florida, Estados, um dia depois do ataque e entretanto decidiu suspender os concertos agendados até 5 de junho.

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