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Com uma carreira de sucesso, Ana Moura admite: “O meu foco é a minha profissão”

A fadista é uma das novas embaixadoras da L’Oréal em Portugal. Foi no dia em que gravou a campanha para a marca francesa que Ana conversou com a CARAS e falou do seu percurso.

Andreia Cardinali
20 de maio de 2017, 14:00

Habituada a encher as salas de espetáculo de todo o mundo, Ana Moura, de 37 anos, vestiu o papel de modelo ao protagonizar a nova campanha da L’Oréal em Portugal, destinada a apresentar a coleção Castanhos d’Alma, da Excellence Creme. “Fiquei muito feliz e honrada quando recebi o convite para ser embaixadora de uma marca tão prestigiada como a L’Oréal Paris. Ultimamente tinha um tom de cabelo um pouco mais claro, mas agora regressei à minha cor natural e estou a adorar”, explicou a fadista numa das pausas das gravações desta campanha publicitária.
Preocupada com a sua aparência, até porque defende que a imagem “é como a minha voz, tem de ser tratada”, a artista partilhou alguns cuidados de beleza: “Estou sempre a secar o cabelo e a usar modelador e tenho de ter imensos cuidados. Uso champô para cabelos pintados e máscara. Para mim é essencial, até para me sentir segura em palco. Gosto de sentir que o meu cabelo está bonito, é um ritual que faz parte do meu dia a dia.”
Fora dos palcos, os rituais têm de ser semelhantes: “Já ando um pouco mais descontraída, mas o meu ritmo de vida é tão alucinante que estou sempre a fazer qualquer coisa relacionada com o trabalho. Mesmo que esteja na rua, as pessoas pedem-me para tirar fotografias e eu tenho de estar sempre bem, mesmo quando não me apetece tanto. Às vezes, quando estou no estrangeiro e penso que não me vão conhecer e estou de leggings, ténis e óculos de sol, acabo por ser reconhecida e morrer de vergonha [risos].”
Bastante ciosa da sua privacidade, Ana prefere não falar sobre a suposta relação com Rúben da Cruz, ex-namorado de Sofia Ribeiro. “Sempre preservei o meu lado mais pessoal e nunca abri porta nenhuma. Nunca falei sobre relacionamento nenhum, não é algo que queira partilhar. Gosto de manter a minha vida privada e não gosto que as pessoas tenham opinião sobre isso, já basta as opiniões que têm sobre muitas outras coisas da minha vida”, justificou.
Assumidamente workaholic, a fadista confessa que o trabalho é a sua prioridade e que os seus amigos acabam por ser a equipa com quem trabalha: “O meu foco principal é a minha profissão e cheguei a uma determinada altura em que decidi assumir que tenho uma vida diferente e, por isso, a minha vida social está misturada com a profissional. Os meus amigos são a minha equipa, os meus músicos. Sempre que saio é com eles, durante as viagens que fazemos, e os convívios também são com eles. Tenho a sorte da família já saber que sou assim e não exigir nada.” O que, como admite, dificulta, e muito, o sucesso de uma relação amorosa: “É difícil, porque tenho uma vida muito ausente. Sou uma mulher muito independente e torna-se difícil por variadas razões.”

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