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Raquel Strada assegura: "Este será o ano para ousar na passadeira vermelha dos Globos de Ouro"

A ‘blogger’ volta a ser uma das apresentadoras da passadeira vermelha da Gala dos Globos de Ouro. Ainda sem saber o que vai usar, Raquel quer um ‘look’ elegante e confortável.

Marta Mesquita
14 de maio de 2017, 12:00

Raquel Strada foi considerada a mulher mais elegante de 2016, numa votação realizada nos sites da revista CARAS e do canal SIC CARAS. Além disso, o seu blog, Blue Ginger, já a elevou ao estatuto de it girl portuguesa por excelência. Assim, não é de estranhar que os seus visuais nunca passem despercebidos, estando sempre entre os mais comentados e elogiados. Ainda sem saber o que vai usar na passadeira vermelha da XXII Gala dos Globos de Ouro, Raquel tem vontade de apostar num look diferente, com a dose certa de ousadia. Com maior ou menor risco, uma coisa é certa: a elegância não vai ficar comprometida.
– Já pisou várias red carpets. Como explica a magia das passadeiras vermelhas?
Raquel Strada
– Em primeiro lugar, não há muitos sítios onde as pessoas possam usar vestidos de gala. E o que sai fora do nosso quotidiano acaba por se tornar especial. Em segundo, muitas passadeiras vermelhas são transmitidas na televisão. O facto de haver câmaras e fotógrafos traz ainda mais glamour à ocasião.
– Pode dizer-se que a Raquel tem um sentido estético algo disruptivo, porque opta, muitas vezes, por peças criativas e ousadas que fogem ao mainstream. São riscos calculados?– Há coisas que são mesmo difíceis de vestir e não as uso. Contudo, noutros momentos sinto quase a obrigação de mostrar o que é feito na moda nacional e isso implica que sejamos os primeiros a usar determinadas peças. Às vezes, temos de ser uma espécie de montra ou de cabide para mostrar a criatividade de alguém. Mas tenho a noção de que já usei coisas muito diferentes e não me arrependo nada.
– Há regras para não se falhar numa red carpet?
– A elegância é fundamental para não se falhar em qualquer look. O protocolo pode ditar as linhas orientadoras, mas acho que se podem quebrar algumas regras com elegância e criatividade. Não acho que seja obrigatório levar um vestido comprido aos Globos de Ouro, até porque é a ocasião ideal para ousarmos um bocadinho.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1135 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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