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Tânia Ribas de Oliveira: “Tenho uma família muito feliz, é o meu orgulho”

O sorriso constante da apresentadora deve-se ao marido, João Cardoso, e aos filhos de ambos, Tomás e Pedro.

Andreia Cardinali
13 de maio de 2017, 14:00

A serenidade de Tânia Ribas de Oliveira, de 40 anos, é visível nas palavras, nos gestos e no olhar. Dona de um sorriso fácil, a apresentadora do programa Agora Nós, da RTP, tem todos os motivos para ser feliz. Para isso, acredita, muito contribui a forma como encara a vida e, claro, o equilíbrio entre o seu trabalho e a sua família, conseguido também graças ao apoio incondicional do marido, o judoca João Cardoso. A juntar a tudo isto, é mãe de Tomás, de quatro anos, e de Pedro, de ano e meio.
– Além do programa diário Agora Nós, ainda é uma das apresentadoras do Danças do Mundo. A vida torna-se mais complicada...
Tânia Ribas de Oliveira –
Sim, mas o Danças do Mundo foi um presente que a vida, a RTP e a Endemol me deram e que nunca mais vou esquecer. Para já, acho que é o programa mais completo da televisão atualmente e se é para estar longe de casa, que seja para fazer esse programa. Adorei! A verdade é que uma pessoa acaba por voltar muito mais motivada e inspirada para fazer o Agora Nós. É que o daytime, apesar de ser o formato onde me sinto muito à vontade, é muito absorvente. Sair de vez em quando para fazer estes formatos, muito bem acompanhada pela Sónia [Araújo], pela Jani [Gabriel] e pela Vanessa [Oliveira] e a dançar, coisa que sempre fiz, para mim é perfeito.
– Foi a Viena e a Sevilha. Como foi para si e para eles essas ausências?
Acho que foi tudo gerido com tranquilidade por ambas as partes. O João ficou em casa com os dois sozinho e sem reforços... Fazia sozinho tudo o que normalmente fazemos a meias e dizia-me sempre que estava tudo a correr lindamente. E sempre que eu desligava o telefone só pensava: “Que grande marido que eu tenho, está a dizer isto só para eu não ficar preocupada.” Porque eu sei o que custa a dinâmica de dois rapazes com três anos de diferença. Ambos precisam de muita atenção e às vezes é difícil. Mas ele é um pai maravilhoso que faz tudo e acho que para os miúdos é igual estarem com um ou com outro. Eles adaptam-se muito bem a todas as situações... Acho até que melhor do que eu. Tenho a certeza de que passava mais tempo a pensar neles do que eles em mim [risos].
– Com dois filhos pequenos e uma vida profissional ativa é importante ter ao lado quem ‘facilite’...
Claro que sim. Também não há outra forma de viver quando se é casado. Odeio a expressão: “Ah, o teu marido ajuda-te muito.” O meu marido não me ajuda, ele é pai dos nossos filhos e eu sou mãe deles. Não é uma questão de ajuda, mas sim uma responsabilidade de ambas as partes. Temos ambos a responsabilidade de tomar conta daquelas crianças, de as educar e fazer felizes. E é isso que fazemos. Se eu tenho de me ausentar, fica ele, se tem ele, fico eu. E ambos sabemos que aquelas crianças têm os melhores pais que poderiam ter e isso é ótimo. Há com certeza pais melhores, mas nós somos os pais perfeitos para eles e eles os filhos perfeitos para nós.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1135 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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