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António Costa encontra-se com o Papa Francisco

Na Casa de Nossa Senhora do Carmo, onde o líder da Igreja Católica pernoitou.

Lusa / CARAS
13 de maio de 2017, 14:44

O primeiro-ministro defendeu hoje que o Estado laico deve respeitar as confissões religiosas, e aquela que é maioritária em Portugal, ao mesmo tempo que não tem limitado a forma como legisla e tem "modernizado os valores da vida em sociedade".
António Costa afirmou, ainda, que foi num "sinal de respeito" que participou na sexta-feira na recitação do rosário, na procissão das velas e na eucaristia e que hoje voltará a participar nas cerimónias religiosas em Fátima.
"A visão que eu tenho de um Estado laico é um Estado que, obviamente, é independente na sua autodeterminação, mas que não pode nem deve ignorar quais são os sentimentos religiosos e que a religião é um fenómeno social e que, obviamente, em Portugal há claramente predominância de uma confissão", sustentou, em declarações aos jornalistas após um encontro a sós com o Papa Francisco, que termina hoje uma viagem apostólica a Fátima.

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