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Miguel Guilherme: “É preciso amar. Quanto mais amarmos, melhor”

É de sorriso rasgado que o ator assume, esperançoso e otimista: “Do futuro espero o melhor.” Por enquanto, o presente passa pelo Teatro Villaret, onde está em cena com a peça “Dois Homens Completamente Nus”.

Vanessa Bento
22 de abril de 2017, 14:00

O teatro surgiu na vida de Miguel Guilherme por casualidade, mas ser ator é a única profissão que conhece. A paixão foi imediata e ainda hoje se mantém acesa. “O palco vai-me dando coisas diferentes, mas dá-me, sobretudo, prazer. Adoro representar. Comecei no teatro e por isso é uma espécie de matriz para mim. O teatro sempre me deu mais do que me tirou e desse ponto de vista tenho que estar muito agradecido por ter escolhido fazer disto um modo de vida”, assume o ator, que está em cena com a peça Dois Homens Completamente Nus, na qual contracena com Sandra Faleiro e Jorge Mourato.
Aos 58 anos, não se agarra a arrependimentos e admite que gostava de se levar menos a sério. Ainda assim, adianta: “Acho que sou um homem feliz. De certa maneira, sou uma pessoa muito normal. Tenho os meus momentos, mas se olhar para trás, acho que tive alguma sorte, também, em estar aqui. O teatro tem sido um elemento aglutinador, que também me equilibra.” E em jeito de balanço, sublinha: “O amor tem-me ensinado que é preciso amar. Quanto mais amarmos, melhor. Fazer as coisas sem amor não tem muita graça. Tenho amado muito ao longo da minha vida: pessoas, teatro... Não sei se sou uma pessoa muito virada só para o amor, mas o amor é fundamental.”

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