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João Paulo Rodrigues separado: "Não está a ser fácil"

O apresentador da SIC e Juliana Marto Rodrigues estiveram juntos durante 12 anos e têm duas filhas, Rita e Sofia.

Marta Mesquita
15 de abril de 2017, 10:00

Ao fim de 12 anos de relação, sete dos quais casados, João Paulo Rodrigues e Juliana Marto Rodrigues separaram-se. Contudo, o apresentador e a estudante de Medicina Dentária estão a encarar esta nova fase como sempre viveram: lado a lado e a apoiarem-se mutuamente. Apesar de estar a atravessar um período “muito difícil”, como descreve, o apresentador e humorista está sereno com a decisão tomada e até acredita que agora, com a nova logística familiar, vai ser um pai mais presente para Rita, de seis anos, e Sofia, de oito meses.
Numa entrevista sincera e sem tabus, João Paulo revelou em exclusivo à CARAS as suas tristezas e desilusões, mas também partilhou a convicção inabalável de que tem em Juliana uma amiga para a vida e de que continuam a ser a família unida que sempre foram. Apesar de agora o seu caminho ser mais solitário, o apresentador da SIC acredita que vai voltar a encontrar a alegria e o sorriso nestes novos trilhos que a vida o leva a desbravar.
– Terminar uma relação de 12 anos, da qual nasceram duas filhas, não é uma decisão fácil.
João Paulo Rodrigues
– Não é uma decisão nada fácil. Não é mesmo! Foi uma decisão muito pensada e ponderada. As nossas filhas vão continuar a ter os pais juntos na sua educação e a Juliana será sempre uma das pessoas mais importantes da minha vida. Mas chegou ao fim, infelizmente.
– Não obstante essa infelicidade, está sereno com esta vossa decisão?
– Sim, estou sereno com esta escolha de seguirmos caminhos diferentes, mas não estou nada feliz, porque é um projeto que falhou, com muita pena minha. Mas quando achamos que não há muito mais a fazer, o melhor é encarar a realidade, perceber como as coisas são e definir um novo rumo e estratégia. O nosso projeto familiar continua. Somos muito amigos e continuamos a ser a família um do outro, mas é uma decisão difícil, que me está a custar muito e à Juliana também.
– E foi uma decisão tomada pelos dois?
– Não houve uma decisão minha ou dela. Foi um reconhecimento do estado das coisas. Chegámos os dois a conclusões e achámos que deveria ser este o caminho. É preferível continuarmos em estradas paralelas, mas a caminharmos na mesma direção, lado a lado. Nem vou falar de amores, desamores ou culpas. É reconhecer o que já não existe e sermos responsáveis. Prefiro que as minhas filhas tenham o exemplo de pais que estão separados, mas que são amigos e que continuam a fazer coisas juntos com elas, do que terem pais que não conversam e passam o tempo a discutir.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1131 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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