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Grávida de sete meses e meio, de uma menina, Ana Bacalhau vive dias felizes

A vocalista dos Deolinda vai ser mãe pela primeira vez no final de maio. O nome da menina, fruto do seu casamento com o contrabaixista José Pedro Leitão, ainda não foi escolhido, até porque acha importante ver primeiro o seu rosto para decidir. Tranquila com a gravidez mas já ansiosa por ter a filha nos braços, a artista partilhou a sua alegria.

Andreia Cardinali
7 de abril de 2017, 17:30

Discreta por natureza no que toca à sua vida privada, Ana Bacalhau tem conseguido disfarçar a sua gravidez, que já vai nos sete meses e meio. Apesar da barriga pequena, a vocalista dos Deolinda decidiu que já estava na altura de contar como está feliz: “Está a ser muito bonito. Tem sido uma gravidez sem sobressaltos.”
A artista e o marido, o contrabaixista José Pedro Leitão, que integra a mesma banda, já sabem que vão ser pais de uma menina, mas o nome ainda não está escolhido. “Acho que só quando ela nascer vamos decidir. Vamos olhar para ela e perceber”, explicou Ana durante a apresentação do novo perfume Mon Guerlain, na Perfumes & Companhia do Centro Colombo.
Satisfeita por poder continuar em palco e manter o ritmo de trabalho habitual, a artista conta que pretende parar e preparar a chegada da filha no início de abril: “A barriga está maneirinha e dá jeito para trabalhar, para estar em palco. Tenho conseguido fazer os concertos com a mesma energia que as pessoas me conhecem e isso é muito bom. No entanto, agora vou precisar de ter mais cuidado nessa gestão e a partir do fim do mês de abril já vou deixar de fazer concertos.” Ainda assim, já pensa no regresso aos palcos após a maternidade: “Já tenho concertos em agosto. O parto está previsto para o fim de maio e calmamente, quando ela tiver cerca de três meses, vou regressar ao trabalho. Na verdade, só tenho duas hipóteses: ou fico uma temporada em casa com ela e perco a época alta do verão, ou aceito o chamamento do palco. E foi isso que decidi. Ela irá comigo, obviamente, e faremos uma época mais calma. Assim poderei estar feliz em palco e depois, com ela, também em casa.”
Ao contrário do que seria de esperar, sempre que Ana está em palco a bebé não se manifesta e deixa-se estar quieta, quase como se estivesse a ser embalada pela voz da mãe. “Fica muito quietinha. Ou está embalada a ouvir, ou está com medo do barulho [risos]. Ela geralmente só se manifesta quando eu estou descansada, sentada no sofá ou a dormir. Espero que ela venha a gostar muito de música porque facilitará a minha vida e a dela, ainda para mais porque vai nascer e crescer no meio da música”, desejou.
Casada há dez anos, refere que a filha foi muito desejada: “Eu e o Zé já queríamos há algum tempo, mas a nossa vida é de saltimbanco e fomos adiando, mas ela chegou quando tinha de chegar e é muito bem-vinda.” Radiante, adiantou ainda que já tem tudo preparado para a chegada da filha e que já se sente ansiosa por tê-la nos braços: “Estou super curiosa para perceber quem é esta pessoa que vem aí. Confesso que me sinto um pouco ansiosa, sim.”

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