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Luísa Barbosa: "Os meus 35 anos marcam 20 anos de conquistas"

Trocou a televisão pela rádio, mas não se sente infiel. Pelo contrário, está muito feliz com a sua nova paixão.

CARAS
26 de março de 2017, 10:00

Luísa Barbosa estreou-se como modelo aos 15 anos e, em paralelo com a moda, tirou o curso de Direito. Depois, tornou-se uma cara conhecida como VJ na MTV, onde começou a trabalhar em 2007, e, entre 2011 e 2014, vimo-la na RTP, onde integrou a equipa do 5 Para a Meia Noite e foi a cara do Planeta Música. Em 2014, mudou para a SIC, onde fez parte do Fama Show até setembro do ano passado. Agora, o seu sorriso cativante já não aparece no pequeno ecrã, mas, em contrapartida, podemos ouvir a sua boa-disposição logo pela manhã, na Rádio Comercial, onde se juntou a Pedro Ribeiro, Nuno Markl, Vasco Palmeirim e Ricardo Araújo Pereira nas Manhãs da Comercial.
Durante uma tarde pautada pelo bom-humor e muitas gargalhadas, a nova radialista, de 35 anos, aceitou falar de si, da vida que a completa e do feliz que se sente ao lado do namorado, Francisco Beatriz, com quem está há mais de um ano. E garantiu que a ida para a rádio não foi uma traição à televisão, antes a vontade de aproveitar tudo o que a vida tem para lhe dar: “Sempre fui muito focada a nível profissional e sinto que agora estou num projeto que me permite ter mais estabilidade, sem estagnar.”
– Depois de dois anos e meio no Fama Show, trocou a televisão pela rádio. Foi uma decisão difícil?
– Acho sempre piada quando dizem que troquei a televisão, porque parece que estou a trair alguém! Mas foi uma decisão muito fácil. Não por estar a trocar a televisão pela rádio, mas porque é um desafio super aliciante. Estamos a falar das Manhãs da Comercial, que é o programa mais ouvido da rádio, e onde estou rodeada de pessoas muito talentosas, que têm muito a ensinar, muito generosas. Toda a gente tem tido uma paciência incrível para me ensinar, para me tirar dúvidas. Difícil seria dizer que não a um projeto destes só porque até agora só tinha feito televisão. Nunca poderia recusar este convite, na medida em que estou a trabalhar com algumas das pessoas que mais admiro no meio da comunicação.
– A sua entrada para a Comercial esteve associada a uma polémica que envolveu a saída da Vanda Miranda, que fazia, precisamente, as Manhãs da Comercial. Foi difícil ficar associada a esta polémica?
– A minha ida não foi fonte de polémica. Fui muito bem recebida pelos ouvintes da Comercial e dentro da própria rádio. O que acontece é que se cria uma ligação muito pessoal com as vozes que ouvimos na rádio logo pela manhã. E a Vanda é uma profissional incrível, é insubstituível e deixa ali um legado muito forte. Portanto, a única coisa que eu podia fazer era começar a encontrar o meu próprio espaço, porque o dela seria sempre dela. E acho que ainda estou a encontrar o meu espaço e a perceber qual é o meu papel no meio daqueles homens que não param e têm uma energia que nunca acaba. Sei que para o público há sempre algum desconforto, mas quando fui para a MTV fui substituir alguém, quando fui para o 5 Para a Meia-Noite fui substituir alguém, quando fui para o Fama Show também fui substituir alguém. Na rádio estou a descobrir que, talvez por ser uma relação mais próxima, as pessoas sentem mais falta daquela voz que lhes era familiar, mas posso dizer que não senti animosidade da parte de quem me foi ouvindo. E é normal que as pessoas tenham saudades da Vanda. Afinal, ela foi a voz com que acordaram durante tantos anos!
– Sente que já está na altura de concretizar a vontade de ser mãe?
– Ainda não. Para já não faz sentido. Estou a meio de um novo desafio profissional e quero-me dedicar totalmente a isso. Ainda tenho muito para aprender.
– Os 35 anos não começam a ser um fator de pressão nessa decisão?
– É óbvio, principalmente para nós, mulheres, que há um prazo de validade, mas tudo com conta, peso e medida. Nunca desenhei a minha vida em torno da vontade de ser mãe. É algo que faz parte dos nossos planos enquanto casal, simplesmente, não deve acontecer neste momento. Também não será quando tiver 40, queria que fosse algures entre os 35 e os 40. E, para ser honesta, os 30 têm sido muito confortáveis para mim. Os meus 35 anos marcam 20 anos de conquistas.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1128 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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