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Sharam Diniz assegura: "Não quero ser a eterna manequim"

A luso-angolana esteve de passagem por Lisboa e revelou à CARAS os sonhos que quer realizar fora das ‘passerelles’.

CARAS
19 de março de 2017, 12:00

É com passos firmes, seguros e de cabeça erguida que Sharam Diniz desfila na passerelle e na vida de todos os dias. Com 26 anos, a manequim luso-angolana já conquistou o que muitas raparigas apenas ousam sonhar: desfilou para a Victoria’s Secret e protagonizou campanhas para as grandes marcas internacionais, como a Chanel. Mas chegar e manter-se no restrito grupo das top models não se tem revelado um caminho fácil. Muito pelo contrário. Sem usar eufemismos, Sharam desconstrói o lado mais glamoroso da moda e conta na primeira pessoa como a competição feroz e a pressão para ter as medidas perfeitas podem abalar a autoestima daquelas que são consideradas as mulheres mais bonitas do mundo. Contudo, entre obstáculos e desafios, a manequim tem alcançado as suas vitórias, contando com o apoio incondicional do marido, Marcelo Costa, que é, como, assegura, “o meu ombro amigo em todas as ocasiões.”
Numa breve passagem por Lisboa, a supermodelo conversou com a CARAS e revelou ser uma mulher inteligente, culta e ambiciosa que não se deixa deslumbrar pela imagem bonita que vê no espelho.
– Para quem acabou de fazer 26 anos, já tem no currículo muitas conquistas…
Sharam Diniz
– Apesar de a moda nunca ter sido um sonho, dou graças a Deus por tudo aquilo que já conquistei. Espero continuar focada para alcançar outros objetivos. Quero apostar na área da representação. No ano passado, tive a oportunidade de participar na novela A Única Mulher e adorei. Também fiz um curso de representação em Nova Iorque para ver se tinha realmente jeito. Além disso, estou a consolidar a minha marca de extensões de cabelo, a Sharam Hair. Não quero ser a eterna manequim. Neste momento, quero trabalhar o mais possível para me organizar no futuro. Mas, independentemente do que faça, espero conseguir influenciar positivamente as pessoas que se inspiram em mim.
– Acha que, devido ao seu trabalho e exposição, tem de ser um exemplo para os outros?
– Para se ser manequim não basta ter um rosto bonito ou um corpo esbelto. Implica ser um exemplo para a sociedade. Temos uma voz. Obviamente que a parte física é muito importante, porque o nosso trabalho depende do nosso corpo e imagem. Mas tento ao máximo transmitir ao meu público que nada do que se quer cai do céu. Há sacrifícios que têm de ser feitos para conseguirmos atingir o que queremos.
– E teve de fazer muitos sacrifícios para chegar ao patamar onde está hoje?
– Sim, tive de fazer muitos sacrifícios para chegar onde estou. Sou magra, mas tenho sangue africano. Por isso, tenho tendência para engordar. Esforço-me bastante para manter o corpo que tenho. E isso é das coisas mais difíceis para mim, porque adoro comer, principalmente doces e fast food. Sou muito exigente comigo mesma.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1127 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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