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Indiferente a polémicas, Diogo Morgado garante: “Continuo a dormir tranquilo”

A promover o filme ‘Malapata’, o ator revelou como tem lidado com as notícias sobre o seu alegado envolvimento com Joana de Verona.

CARAS
18 de março de 2017, 12:00

Depois de ter sido alegadamente fotografado aos beijos com Joana de Verona, com quem faz par romântico na novela Ouro Verde, Diogo Morgado, de 36 anos, viu-se envolvido num escândalo de traição que tem feito muitas capas de revista. Mal as primeiras notícias começaram a surgir, há cerca de um mês e meio, o ator emitiu um comunicado onde assegurava que “a vida de cada um, só a cada um diz respeito, assim como a verdade das coisas. Nunca expus, nem nunca tive intenção de expor a minha vida pessoal, nem a dos que me são próximos, e sempre pautei e fiz ponto de honra nesse aspeto da minha vida. Reservo-me e sempre me reservei ao direito privado como qualquer um.”
Após esta comunicação, onde não revela se continua ao lado da sua companheira e mãe dos seus dois filhos, Cátia Oliveira, Diogo nada mais disse sobre este assunto. Até agora. Numa conversa sincera, o ator explicou à CARAS como tem lidado com este drama pessoal, garantindo que, independentemente do que se possa dizer ou escrever, nada poderá afetar a sua integridade.
Contudo, este não foi o único tema abordado nesta entrevista, que teve como mote a estreia de Diogo na realização de longas-metragens. Malapata é o seu primeiro filme atrás da câmaras, uma experiência que quer voltar a repetir. Luzes, câmara... que a conversa comece.
– Como é que se deu a sua pas­sagem para trás das câmaras?
Diogo Morgado
– Isto é um caminho que tem sido preparado há algum tempo. Há 20 anos que eu e o meu irmão [Pedro Morgado] temos este sonho de contar às pessoas as histórias malucas que temos na cabeça. E este filme é o culminar dessa vontade, uma vez que ele fez comigo o argumento e a produção desta longa-metragem. Queremos que o Malapata mexa com o mercado e que seja uma espécie de provocação a todos os realizadores e produtores que têm projetos incríveis na gaveta e que, por alguma razão, não saem cá para fora.
– Este Malapata pode ser o primeiro de muitos filmes desta parceria entre irmãos?
– Sim, se tudo correr bem. E podemos apoiar filmes que nem sejam realizados por mim ou escritos pelo meu irmão. A nossa produtora está recetiva a projetos de outras pessoas. Queremos ter um espaço aberto a todos os que estejam nesta frequência de ideias.
– E, neste filme em particular, que ‘história maluca’ quiseram partilhar com o público?
– Queríamos que este filme tivesse certas características: fosse despretensioso, com uma história simples muito baseada nos atores e que não fosse uma comédia de personagens e sim de situação. Também queríamos brincar com o elemento místico. Quem é que nunca pensou no que faria se lhe saísse o Euromilhões? Todos temos essa fantasia. Quisemos levar as pessoas para esse papel. Estes dois amigos, quando acham que supostamente estão ricos, vão logo comer marisco e comprar roupas caras, que são duas coisas que muitas pessoas certamente fariam na sua situação. E isto ainda antes de receberem o prémio! O que, de alguma maneira, também nos remete para aquela questão do acesso ao crédito e de as pessoas viverem acima das suas possibilidades. Há muitas coisas subliminares.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1127 da revista CARAS.
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