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Graça Morais reúne 37 anos de trabalho em exposição na fundação Champalimaud

A inauguração da exposição ‘Ressonâncias: da voz e dos ecos’ atraiu diversas personalidades apreciadoras do trabalho da pintora.

CARAS
18 de março de 2017, 18:00

Nome incontornável da pintura em Portugal, Graça Morais reuniu diversas personalidades na inauguração da exposição que tem patente na Fundação Champalimaud. Nesta mostra estão reunidos 37 anos de trabalho em cerca de 100 obras da artista, muitas delas pertencentes ao colecionador e seu amigo José Pedro Paço d’Arcos, outra inéditas. “Estão aqui muitos anos de trabalho, desde 1980 até agora, 2017. A maior parte delas já estava escolhida, porque pertencem ao colecionador, as outras escolhi no meu ateliê e algumas delas foram até terminadas em janeiro deste ano”, explicou Graça Morais, garantindo que tem ainda muito por fazer: “Espero que nunca me faltem as ideias para pintar. Tenho muita vontade de viver e as ideias surgem naquilo que vejo, sinto, leio, vêm ter comigo... Outras estão dentro de mim.”
Curador e autor do nome desta exposição, Ressonâncias: da voz e dos ecos, Paulo Teixeira Pinto estava muito satisfeito com o resultado: “Foi um privilégio muito grande ter a possibilidade de tratar de um tema desta magnitude e com pessoas fantásticas. Foi de facto uma experiência incrível.”
Entre as diversas personalidades presentes nesta inauguração estava a ex-primeira dama Maria Cavaco Silva, que revelou ser grande fã da artista: “Temos uma relação muito antiga de amizade e gosto muito do trabalho da Graça. Sendo muito nossa, tão das nossas raízes, também é muito do mundo. É muito variada e muito forte no que faz. Tem uma força extremamente feminina.”

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