Nas Bancas

Rita Ferro Rodrigues: "Tenho um casamento feliz, mas estar casado é uma coisa difícil"

Depois de um ano longe dos ecrãs, Rita Ferro Rodrigues confessa a vontade que já tinha de regressar à televisão e de fazer aquilo que a completa, comunicar.

CARAS
12 de março de 2017, 15:00

Ao lado de João Baião, a apresentadora Rita Ferro Rodrigues dá agora cor às tardes da SIC, com o novo programa Juntos à Tarde. E é uma mulher mais segura e mais tranquila que agarra este projeto. Mãe de Leonor, de 14 anos, e de Eduardo, de seis, Rita Ferro Rodrigues luta diariamente pela felicidade que deseja para si e que partilha, de mãos dadas, com Rúben Vieira, com quem está casada há dez anos.

- Trabalha em televisão desde os 16 anos. Essa experiência ajuda a encarar as incertezas de quando está sem projetos de outra maneira?

- Sim, já não desespero tanto. Percebi cedo que não devemos estar sempre no ar. É bom que as pessoas sintam saudades nossas. Depois, à medida que vais ganhando família, como eu, isso acarreta mais angústias em termos financeiros. A esmagadora maioria das pessoas que trabalha em televisão não é rica e também tem contas para pagar. E quando tens uma família como a minha que, apesar de tudo, já é semi numerosa, sentes uma responsabilidade grande em ter trabalho e em conseguir cumprir com as tuas responsabilidades.

- Estar presente no dia-a-dia dos seus filhos é fundamental?

- É. As minhas amigas às vezes criticam-me no bom sentido porque acham que me tenho que libertar mais dos meus filhos. Por mim andava com eles agrafados o tempo todo. Mas agora sinto que me estou a libertar um bocadinho mais e que isso é importante. Mas tenho, realmente, uma relação com eles muito forte e não consigo ser outro tipo de mãe. Sinto que o tempo que passo com eles é precioso.

- Usa muitos dos ensinamentos que os seus pais lhe deram com os seus filhos?

- Claro que sim. Uma das coisas que já aprendi na vida é que não há nada mais precioso do que uma infância feliz. Foi a maior herança que me deram. E tenho essa consciência em relação aos meus filhos. Tive uma infância tão simples e tão feliz, rodeada de pessoas que só gostavam de nós, de carinho, de avós fantásticos, com liberdade, sem qualquer tipo de violência. E hoje olho para os meus pais com uma admiração, porque educar é difícil, e eles fizeram tão bem e deviam ter tantas dúvidas como eu. E acho que é daí que vem a minha auto-estima, segurança e até o meu otimismo em relação ao mundo.

Leia esta entrevista completa na edição 1126 da revista CARAS:
Assinatura Digital
Apple Store
Google Play

Palavras-chave

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras