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João Mota, apaixonado e de bem com a vida: “O amor é o motor para tudo”

O ator vive há cinco anos uma relação feliz com a sua colega Mariana Monteiro.

Andreia Cardinali
12 de março de 2017, 11:00

Longe vai o tempo em que o nome de João Mota era de imediato associado ao reality show da TVI Casa dos Segredos 2.
Hoje, passados seis anos, o vencedor daquele programa já fez nome como ator, com a participação em várias novelas e, mais recentemente, com a sua estreia em teatro, na peça Vania e Sonia e Masha e Spike, em cena até 26 de março no Teatro Armando Cortez, em Lisboa.
Cioso da sua vida privada – esse foi o primeiro ‘ensinamento’ que o passado lhe trouxe –, João, de 26 anos, gosta de guardar para si os pormenores da sua relação com a atriz Mariana Monteiro, de 28, mas não se coíbe de dizer o quanto a ama.
– O teatro é o desejo de qualquer ator...
João Mota –
Exatamente. E era algo que já ambicionava há muito tempo, mas confesso que tinha algum receio. O teatro é diferente, exige projeção de voz... no fundo, estou dentro de uma caixa de madeira e tenho de me fazer ouvir e notar. Foi um mês e meio de trabalho muito intenso, todos os dias, muitas horas, mas, acima de tudo, para mim foi formação. Aprendi muito, todos os dias continuo a aprender, e tenho a certeza de que vou terminar esta experiência melhor ator, mas também melhor pessoa.
– Ter participado num reality show tem tornado o seu caminho mais fácil ou difícil?
Acho que fiz o percurso que devia ter feito, em todos os sentidos, e agora sei que me estou a tornar a pessoa que sempre ambicionei. E isso só demonstra que estou no caminho certo. O meu objetivo ao participar no programa sempre foi conhecer pessoas que me ajudassem a seguir o caminho que eu queria, que era este. Por isso, sinto que tive muita sorte e não posso dizer que tenha sido difícil, mas tem sido trabalhoso. Estou a viver o meu sonho, aquilo que me faz sentir feliz.
– A fama é o seu ‘calcanhar de Aquiles’?
Aceito isso como algo que faz parte da profissão, mas acho que a privacidade é fundamental. Perdi-a no início, porque quis, mas acho que a privacidade é um bem precioso, porque se não cuidarmos dela, mais tarde acabamos por pagar a fatura.
– É isso que tem feito na sua relação com a Mariana...
Ambos temos a mesma forma de estar. Somos conhecidos pelo nosso trabalho e sei que também pela nossa relação, mas temos de resguardar a nossa casa. Acredito que mais de metade do sucesso da relação seja isso mesmo, a privacidade do casal.
Leia esta entrevista completa na edição 1126 da revista CARAS:
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