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João Arrais, o ‘miúdo’ de 21 anos que é feliz a representar: “É isto que quero”

O ator, que recentemente terminou as gravações da novela da SIC ‘Rainha das Flores’, esteve entre os convidados da Seat Snow Cup, em Andorra. Durante estes dias na neve, relaxou e divertiu-se.

Joana Carreira
19 de fevereiro de 2017, 16:00

Começou a representar aos nove anos, na novela Jura, exibida na SIC, e nunca mais parou. João Arrais, de 21 anos, é um ‘miúdo’ tranquilo e descontraído e agora que terminou as gravações da novela Rainha das Flores, tem dedicado a maior parte do seu tempo ao curso de Publicidade e Marketing, ao desporto e aos amigos.
Durante a Seat Snow Cup, em Andorra, conversámos com o ator sobre os desafios na representação.
– Foi a primeira vez que veio à neve?
João Arrais –
Neste evento, sim. Já tinha experimentado snowboard, mas em pequena escala. Aqui acabei por perder o medo, porque tinha os meus amigos a puxar por mim e fizeram-me evoluir. É incrível estarmos aqui todos juntos. Mais importante do que estarmos nas pistas, é estarmos todos juntos, a falar e a divertirmo-nos. Isso vale tudo. E ao mesmo tempo, é relaxante.
– É a representar que se sente bem?
– Sim, se não fosse, já não o faria [risos]. Começou quase como uma brincadeira, porque não sabia o que queria fazer e muito menos o que era este mundo. Mas quando fiz a primeira novela, descobri que isto era muito interessante, algo de que gostava e queria explorar. Apercebi-me de que é isto que eu quero.
– Faz parte da nova geração de atores. A boa disposição e a alegria com que encaram o trabalho contribui para que este corra bem e seja mais fácil?
– Já trabalhei, por exemplo, com o João Maneira, o Afonso Lopes [na novela Mar Salgado], e somos todos pessoas tranquilas, que gostam de ajudar a equipa. Temos sempre um ambiente saudável e de companheirismo que ajuda a criar amizades, e isso transparece no trabalho.
– Como lida com as críticas do público?
Gosto que as pessoas sejam honestas comigo. Se não gostarem, tudo bem. Aprendemos com os erros e as falhas, portanto, é bom que as pessoas sejam sinceras. Mas não lido muito bem com as críticas. Não estou a querer dizer que me afasto e não as recebo, pois gosto sempre de as ouvir, mas fico sempre um bocado atrapalhado [risos].
– Consegue conciliar o curso com a representação?
Sim, mas não é fácil em termos de horários. Tenho de me esforçar mais e empenhar-me. Custa, mas é possível.
– Quais são os seus hobbies favoritos?
Adoro fazer desporto. Jogo futebol americano nos Lisboa Devils, faço ginásio, adoro estar com os amigos, ver filmes. E comer, muito [risos]. Estar com a minha família, o meu cão, o que é normal aos 21 anos.

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