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Aurea confidencia: "Tornei-me numa mulher mais corajosa, que encara as coisas menos boas de frente"

Depois de umas férias paradisíacas em Zanzibar, Aurea vem com as energias renovadas para continuar a dar o melhor de si nos palcos.

CARAS
18 de fevereiro de 2017, 16:00

Está frio em Sintra, mas Aurea chega com um sorriso e totalmente disponível para fazer uma sessão fotográfica em que as camisolas e os cachecóis são substituídos por vestidos leves e blusas sem mangas. Talvez ainda não tenha realmente ‘aterrado’ no inverno de Lisboa, uma vez que acaba de regressar de Zanzibar, onde desfrutou de umas férias idílicas, como o seu tom bronzeado denuncia.
Com as energias recarregadas, a cantora sente-se com vontade de voltar a criar, começando a pensar em novos temas para um próximo álbum. Contudo, e apesar de já estar numa espécie de ‘ebulição criativa’, continua a ser tempo de divulgar o seu Restart, o disco que editou no ano passado e que marcou um novo capítulo, tanto na sua carreira como na sua vida pessoal. E é mesmo por aí que a nossa conversa começa.
– Passado quase um ano, o que é que este Restart significou na sua vida? É caso para dizer que os recomeços trazem sempre coisas boas?
Aurea
– Acho que foi um ano muito positivo para mim. Fiz muitos concertos, andei na estrada, que é aquilo que nós, músicos e cantores, mais queremos fazer. É ótimo podermos apresentar o nosso trabalho ao vivo e ter público. Senti-me muito acarinhada. Também voltei a participar no The Voice Portugal, que foi uma experiência muito enriquecedora. Desta vez, estava mais solta e diverti-me muito mais. Também me sinto mais madura. Sei bem aquilo que quero fazer. Foi um ano cheio de presentes.
– É, portanto, uma mulher mais serena com as certezas que conquistou?
– Vivo tudo com muita intensidade e tenho as emoções à flor da pele, como muitas pessoas que trabalham no mundo artístico. E gosto muito de ser assim! Estou em paz comigo mesma. Sou uma mulher mais tranquila e consigo aproveitar o que a vida me dá. Temos de viver tudo: as coisas boas e as menos boas. Digo sempre que o melhor está para vir.
– E vive com essa mesma tranquilidade as coisas menos boas? Não procura evitá-las?
– Tornei-me numa mulher mais corajosa, que encara as coisas menos boas de frente. Quando era mais nova, tinha muito medo da mudança. E, com o tempo, percebi que as mudanças são boas. Quando algo tem de mudar é para melhor. Sinto-me com vontade de avançar sem pensar naquilo que pode correr mal. Não tenho medo. Tenho tudo muito bem arrumado cá dentro.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1122 da revista CARAS.
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Vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha a entrevista:

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