Nas Bancas

Cláudia Semedo: “Emociona-me ver a Alice com o João, ele é um ótimo pai”

A atriz e apresentadora é muito atenta ao que a rodeia e aos problemas do mundo em geral. E acredita que a mudança está em cada um de nós.

Vanessa Bento
11 de fevereiro de 2017, 14:00

Há quem seja feito da mesma matéria que os sonhos. Cláudia Semedo, por exemplo. O sorriso doce, a ternura genuína e a vontade imensa de melhorar o mundo deixam antever a essência de uma comunicadora nata, que usa o seu trabalho como ferramenta transformadora de consciências. “Há uma grande necessidade em mim de transformar o mundo com a minha arte. E é a fazer trabalhos que alertam consciências que sou verdadeiramente feliz. Se não fizer este tipo de coisas, morro um bocadinho”, admite a atriz e apresentadora, que colabora com a Associação Corações com Coroa numa peça de teatro que vai às escolas e que aborda temas como a violência no namoro e a gravidez na adolescência. Entretanto, e paralelamente ao trabalho que faz no canal Panda e que lhe permite cumprir a vontade de trabalhar para a filha, Alice, de quatro anos, Cláudia está a preparar um projeto multiplataformas da sua autoria. Além disso, acaba de abraçar um dos maiores desafios da sua vida: a presidência da direção da Companhia de Atores. “É uma missão. Estou muito contente e acho que chegou na altura certa”, sublinhou. Casada com João Ribeiro há quase cinco anos, Cláudia tem conseguido viver um equilíbrio a todos os níveis e a luz que irradia é a prova disso.
– Hoje é a mulher que sempre sonhou ser?
– É um caminho. Acho que aos 50 chego lá [risos]. Estou mais consciente da mulher que quero ser, mas ainda não a sou plenamente. Falta-me ser totalmente livre. Ainda há algumas coisas que me condicionam nas minhas escolhas e acho que quando atingir essa liberdade vou ser a mulher que quero. Mas ainda tenho muito medo de magoar, muitas vezes fico a meio caminho do que quero dizer, ainda sou muito polida e acho que preciso de encontrar uma assertividade maior.
– Como é que têm sido estes quatro anos de Alice?
– Muito intensos, com tudo o que o amor tem. Equilibrar a responsabilidade e a liberdade que lhe quero dar, mas que deixa o meu coração apertadinho. Foi fundamental para mim a Alice ter nascido, porque ser mãe e ter de ser eu a fazer as escolhas dela obrigou-me a olhar muito mais para dentro, e obrigou-me a perceber melhor quem eu era, o que verdadeiramente pensava sobre as coisas. Porque ao educares um ser, és obrigada a pensar na imagem que estás a refletir.
– O amor que partilha com o João saiu fortificado com o nascimento da Alice?
– Sim. Ficámos a conhecer-nos muito melhor depois de sermos pais. Vemos a outra pessoa em estado cru e felizmente conheci coisas que me fizeram igualmente apaixonar-me por ele. Unimo-nos muito e a relação é muito sólida. Mas também sempre foi. Quisemos muito casar por isso, porque temos mesmo um projeto a dois.
Leia esta entrevista na íntegra na edição 1122 da revista CARAS.
Assinatura Digital
Apple Store
Google Play

Veja o vídeo de 'making of' da sessão fotográfica que acompanha esta entrevista:

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras