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Luxo e fantasia dominam baile de máscaras em Paris

A Dior não poupou para transmitir uma imagem faustosa nesta festa palaciana cujo pretexto foi celebrar o desfile de alta costura da marca, que decorreu neste mesmo dia, também no Museu Rodin.

Ana Oliveira
9 de fevereiro de 2017, 14:30

Luxuoso, requintado, sumptuoso, faustoso... Não exageramos nos adjetivos quando o que está em causa é a descrição da extravagância que foi este baile de máscaras da casa Dior, que transfigurou o parisiense Museu Rodin – onde nesse mesmo dia decorrera o desfile de alta costura da marca, integrado na semana da moda daquela cidade – para esta noite de festa.
À entrada, um vistoso espetáculo de luzes e imagens projetadas na fachada do edifício davam as boas-vindas aos convidados – obviamente, estrelas da moda, das artes e dos negócios –, anunciando uma festa com pompa e circunstância. Mas a maior surpresa aguardava-os nos jardins: uma passadeira iluminada estendida na alameda que habitualmente desemboca num lago conduzia a um labirinto de arbustos construído para a ocasião e que reservava em cada curva uma novidade, fosse um espelho gigante ou uma escultura iluminada. Percorrido o caminho, chegava-se então a um enorme anexo espelhado no interior do qual decorria o baile. A decoração, já se adivinha, era grandiosa, ou não fosse o baile uma projeção da imagem de luxo que a Dior vende. Em termos de estética, pelo menos, esta foi mesmo a alta costura das festas.

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