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Dália Madruga: “Estava grávida de gémeos, mas um dos corações deixou de bater”

Grávida de quatro meses e meio, a ex-apresentadora já sabe que vai ter uma menina, depois de João, de nove anos, e Clara, de dois.

Marta Mesquita
5 de fevereiro de 2017, 10:00

Quando era pequena e lhe perguntavam o que queria ser quando crescesse, Dália Madruga respondia: “Ser mãe.” E, aos 37 anos, a ex-apresentadora de televisão está a realizar em pleno o seu sonho, tendo na maternidade o maior desafio da sua vida. Mãe de João, de nove anos, que nasceu de uma anterior relação, e de Clara, de dois, já do seu casamento com Marcos Tenório, Dália prepara-se para ser mãe de outra menina, que deverá nascer em junho e irá chamar-se Alice. Apesar de estar muito feliz por ver a família a aumentar, nem tudo tem sido fácil nesta gravidez, como partilhou a antiga apresentadora com a CARAS, com quem conversámos na apresentação do livro Dias de uma Princesa Grávida.
– Na terceira gravidez ainda se vive tudo com a mesma intensidade e emoção?
Dália Madruga – Sim, porque cada gravidez é única. Desta vez tivemos um contratempo, porque estava grávida de gémeos e às nove semanas descobrimos que o coração de um deles tinha deixado de bater. Queríamos muito ter gémeos e essa perda foi um bocadinho difícil de gerir. Isso deixou-me mais apreensiva, mas tento ser a mais descontraída possível.
– E já sabe o sexo do bebé?
– Sim, vamos ter outra menina. [risos] A Clara ensinou-me que nunca devemos ter ideias preconcebidas, porque sempre achei que seria mãe de rapazes. Adoro ter um rapaz e uma rapariga e os meus filhos, apesar dos sete anos de diferença, são muito cúmplices e não vivem um sem o outro. Mas o João queria muito ter um mano e já me avisou de que vou ter de tentar novamente! E o Marcos também gostava muito de ter um rapaz, apesar de estar rendido às meninas.
– Quando começou a namorar com o seu marido, mudou-se para Campo Maior, no Alentejo, e deixou a televisão, dedicando-se em exclusivo à família. Sente-se totalmente realizada com as opções que tomou?
– Sim. Quando o João nasceu, queria muito continuar a apostar na minha carreira, o que também era essencial para lhe proporcionar uma boa vida. Contudo, com a idade acabamos por nos aperceber do quão rápido os nossos filhos crescem. Agora vivo tudo com mais tranquilidade. Depois de conhecer o Marcos renasceu em mim a vontade de ser mãe e de ter uma família. Quando se tem um núcleo familiar coeso e forte, faz sentido ter filhos. Gostava muito de ter uma família numerosa, por isso, acredito que não vamos ficar por aqui. E não quero esperar muito tempo, porque já tenho 37 anos.
– Com tantas responsabilidades familiares, tem tempo para si e para o seu marido?
– Nos últimos anos temos tido alguns infortúnios, nomeadamente com a saúde do meu marido e do meu sogro, o que me levou a dedicar-me cada vez mais à família. Neste momento, estou totalmente dedicada aos meus e estou muito feliz por isso. Se há cinco anos me dissessem que iria mudar completamente de vida, não acreditaria. Mas a verdade é que me sinto muito mais realizada agora do que quando tinha uma carreira em televisão.

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