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Chiara Ferragni: Tanto estilo que até é estudada em Harvard

O estilo não se explica. Mas mais do que andar na moda, implica lançar modas.

Ana Paula Homem
4 de fevereiro de 2017, 20:00

O estilo não se explica. Mas, mais do que andar na moda, implica lançar modas. Porque pressupõe um toque vindo de dentro, tão próprio, tão criativo, que dificilmente é igualado. Pode, quando muito, ser imitado. E imitadoras não faltam a Chiara Ferragni, considerada pela maioria das revistas de moda internacionais (e já foi capa de mais de 50) um dos maiores ícones de street style desde que criou o multipremiado blog The Blond Salad, em 2009.
O nome do blog (e também de um livro que lançou em 2013), alude ao facto desta beldade nascida em Itália há 29 anos não ser a italiana típica – loira, branca e com uns magníficos olhos azuis, mais se diria uma madonna de Rafael , e também ao facto do seu estilo, o tal que não se explica, ser uma espécie de salada feita da mistura hábil de peças de muitos estilos, do mais chique ao mais grunge.
Chiara, que frequentou Direito e foi modelo da Guess, também desenha sapatos, roupa e acessórios, tendo colaborado com marcas como a Dior, a Louis Vuitton, a Max Mara ou a Chanel. E em 2014 criou a sua própria marca. Com tanta atividade, em 2015 já tinha ganho tanto dinheiro que fez parte da lista dos 30 mais ricos antes dos 30 da revista Forbes. Tudo porque o seu estilo, o tal que não se iguala, tem milhões de imitadoras, que compram as suas coleções online.
O estilo da italiana é um tal sucesso que até já é case study na Harvard Business School. Como é que isto se explica?

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