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Melania criticada por ‘copiar’ Jackie Kennedy

Melania, que até ao final do ano letivo vai continuar em Nova Iorque com o filho, Barron, de dez anos – o que implicará despesas de um milhão de dólares por dia em segurança –, não está a ter uma tarefa fácil em termos de popularidade, e as comparações com Jackie Kennedy valeram-lhe críticas por falta de originalidade.

Ana Paula Homem
1 de fevereiro de 2017, 11:40

Melania Trump, de 46 anos, não estará especialmente feliz com o facto das ambições políticas do marido a terem tornado primeira-dama dos EUA – tem dito sempre que o papel mais importante da sua vida é ser mãe e, pelo seu único filho, Barron, de dez anos, adiou a mudança de Nova Iorque para Washington para o final do ano letivo, obrigando a despesas com a sua segurança de um milhão de dólares por dia – e depois do desaire que foi a sua primeira intervenção pública, em que plagiou palavra por palavra um discurso da anterior primeira-dama, Michelle Obama, tentou aparecer apenas pontualmente ao lado do marido durante a campanha eleitoral. Mas, por pouco entusiasmada que esteja, não podia faltar às cerimónias da tomada de posse de Donald Trump como 45.º presidente dos EUA, país que a acolheu em 1996. E coube-lhe até um papel de destaque: foi a ex-modelo eslovena quem segurou a Bíblia durante o juramento do marido.
A atitude circunspecta da senhora Trump ao longo dos últimos dias deixou bem claro que os tempos em que posou nua para revistas masculinas ficaram lá atrás. Nos últimos meses, aliás,
já tinha trocado os decotes generosos, as transparências e as saias curtas por vestidos e tailleurs de corte clássico, sempre em tons discretos, e as suas opções, tanto em termos de roupa como de penteados, para cada momento da tomada de posse confirmaram que daqui para a frente a ex-modelo apostará num estilo sóbrio muito ao gosto europeu que faz de imediato pensar em Jackeline Kennedy, que se consagrou como o símbolo máximo da elegância entre as primeiras-damas americanas. O irrepreensível conjunto de vestido e jaqueta Ralph Lauren azul-céu, conjugado com sapatos e luvas exatamente da mesma cor, com que Melania compareceu ao juramento era, sem sombra de dúvidas, inspirado em Jackie, e a imprensa americana não só o referiu, como o criticou, por achar uma falta de originalidade.
Na véspera, para o concerto de boas-vindas no Lincoln Memorial, a nova primeira-dama estava igualmente impecável num saia-casaco preto de inspiração militar. Quanto ao vestido comprido branco, justo e sem ombros, que na noite de 20 levou ao baile inaugural, no Centro de Convenções de Washington – foi desenhado por Hervé Pierre, ex-diretor criativo da marca Carolina Herrera, em parceria com a própria Melania – só foi ofuscado pelo modelo Carolina Herrera dourado, de estilo princesa, escolhido pela sua enteada mais velha, Ivanka, que segundo muitos comentadores será, na prática, a verdadeira primeira-dama. Ivanka, a filha predileta, e o marido, Jared Kushner, que Trump escolheu para assessor, entraram em palco para dançar My Way ao lado do casal presidencial logo a seguir ao vice-presidente e à mulher, Michael e Karen Pence.

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