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Lúcia Garcia aguarda serena o nascimento de Maria Clara

Grávida de quase oito meses, a manequim e empresária não podia estar mais feliz por ir dar uma irmã a Matilde, de nove anos, do seu primeiro casamento, com Mário Franco. A bebé, que se vai chamar Maria Clara, é fruto da relação de Lúcia com o ex-futebolista Bruno Aguiar, que já é pai de Rodrigo, de sete anos.

CARAS
28 de janeiro de 2017, 10:00

A menos de um mês do nascimento de Maria Clara, Lúcia Garcia, de 36 anos, tem aproveitado todas as oportunidades para estar com a filha, Matilde, de nove. Numa tarde de sol passada em Sintra, as duas partilharam gargalhadas e conversas de meninas, uma cumplicidade que, como a manequim garante, não sairá abalada com o nascimento da bebé, previsto para março.
Neste seu mundo de afetos, o companheiro, Bruno Aguiar, também conquistou um lugar de destaque. A desfrutarem ambos das alegrias da paternidade, a manequim e empresária assegura que encontrou no ex-futebolista “uma pessoa fantástica” com quem dividir os desafios que se avizinham.
Numa conversa franca, Lúcia partilhou com a CARAS as emoções desta fase especial, mostrando ainda que os processos judiciais que tem contra Mário Franco, pai de Matilde, Isaac Alfaiate, o seu ex-marido, e Vanessa Rebelo, ex-mulher de Bruno, não beliscam em nada a plenitude que vive ao lado daqueles que mais ama.
– Como está a viver estes últimos meses de gravidez?
Lúcia Garcia – Muito bem, apesar de já me sentir mais cansada. Mas, mesmo assim, não me posso queixar. Só tenho algumas dores nas costas, o que me fez abdicar dos saltos altos.
– E não se sente diferente do ponto de vista emocional?
– Não, sinto-me exatamente igual. Apenas mais sensível quando alguma coisa não me corre bem. Vivo as emoções com mais intensidade.
– A Lúcia e o Bruno estavam juntos há menos de um ano quando engravidou. Foi uma gravidez planeada?
– Não foi uma gravidez pla­nea­da, mas um bebé vem sempre na altura certa. Sempre quis ter filhos com pouca diferença de idades, mas isso acabou por não acontecer. Quando soube que estava grávida, até duvidei do teste, achava que era impossível. Mas depois fiz uma análise ao sangue e não restaram dúvidas! O Bruno e eu sempre pensámos em ter filhos, mas nunca nos passou pela cabeça que acontecesse tão cedo.
– Esta gravidez mudou a vossa relação?
– Não… O Bruno é uma pessoa fantástica para a Matilde e para o filho [Rodrigo, de sete anos, que nasceu do seu casamento com Vanessa Rebelo], por isso já sabe o que o espera. Contudo, nunca experimentou propriamente estar com o bebé a tempo inteiro, por razões profissionais, por isso, vai viver tudo pela primeira vez, o que o entusiasma. E ainda por cima é uma menina. Diz-se que as meninas são mais agarradas aos pais e tenho a certeza que o Bruno vai explodir de alegria quando nascer a Maria Clara.
– O Bruno entrou na sua vida quando a Lúcia estava a sair de uma separação muito complicada, que a deixou fragilizada. Sente que ele teve a capacidade de reconstruir o seu universo emocional?
– As coisas entre nós aconteceram com muita naturalidade, porque nem sequer estava à espera de me apaixonar naquela altura da minha vida. Gostamos um do outro e isso é o mais importante. O Bruno costuma dizer que estávamos destinados um ao outro. Contudo, vivemos um dia de cada vez, sem fazermos grandes planos.
– E como tem sido para a Matilde saber que a mãe vai ter outra filha?
– A Matilde já me pedia uma irmã há muito tempo, diz que lhe quer explicar muitas coisas sobre as meninas [risos], por isso, ficou muito feliz. Mas também percebi que ficou um bocadinho insegura por perceber que iria deixar de ser a única. Ela sabe que será sempre a minha primeira filha, mas que a bebé que aí vem é igualmente importante para nós.
– Acha que vai ser uma mãe muito diferente desta vez?
– Vou ser uma mãe com­ple­tamente diferente. Tinha 26 anos quando a Matilde nasceu e sempre fui muito mãe-galinha. Aprendi que ser demasiado protetora nem sempre é bom. Por causa dessa minha atitude, a Matilde ficou com medo de várias coisas. E como acabei por ser mãe solteira, ainda a protegi mais. Lembro-me que só saí com ela de casa quando a Matilde tinha três meses. Agora, vou ser uma mãe mais descontraída, tenho a certeza. Também vou dividir a educação da Maria Clara com o Bruno, o que muda tudo.
– Nos últimos meses têm surgido notícias polémicas sobre si. Entre as alegadas dívidas que contraiu e os processos que tem contra os seus ex-maridos e Vanessa Rebelo, o que é verdade?
– Nestas coi­sas sou muito prática: tudo o que seja difamação, avanço para tribunal. Não tenho dívidas nenhumas. O que aconteceu foi que enviei uma carta para um juiz, porque não me fazia sentido pagar honorários exorbitantes numa determinada situação que dizia respeito a um condomínio. Tenho processos contra o pai da Matilde, por não cumprir o que ficou decidido na regulação do poder paternal, contra o Isaac, porque me deve dinheiro, a mim e a outras pessoas, e também fiz queixa da Vanessa, porque me agrediu. Não tenho telhados de vidro, por isso é que nenhuma polémica me abala. Não gosto que inventem histórias, até porque sou uma pessoa disponível para esclarecer todos os assuntos.
– De todas essas situações, a mais delicada será talvez a alegada agressão que sofreu por parte da Vanessa, uma vez que envolve relações familiares. Como é que em sua casa estão a lidar com esta questão?
– Essa foi uma situação surreal para mim. Fiz queixa, porque fui agredida num centro comercial. Ela não deixou que a minha filha falasse com o Rodrigo e tudo partiu daí. Eu não era amiga dessa pessoa, era conhecida. Mas, independentemente de detestar alguém, nunca irei proi­bir a minha filha de falar seja com quem for. As crianças não têm de ser envolvidas nas nossas coisas. A Matilde assistiu a tudo e faz-me perguntas sobre o que aconteceu... A única coisa que lhe digo é que se trata de um assunto entre adultos e que ela não tem de se preocupar. Mas nada disso afetou a nossa família. Estamos numa fase tão boa das nossas vidas que nada nos melindra ou causa atrito.

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