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Especial Mário Soares: Um presidente informal

Espontâneo e de gargalhada fácil, Soares sempre estimulou uma certa informalidade.

CARAS
27 de janeiro de 2017, 12:00

Bonacheirão, de gargalhada fácil e discurso acessível, aquele a quem muitos se referiam por “bochechas” – o mesmo que chegou a ter como slogan de campanha, nas presidenciais de 1986, a expressão populista “Soares é Fixe” – era visto como um homem comum. Mário Soares sobressaía, de facto, por ser descontraído, ter sentido de humor e não ter medo do ridículo. E tanto se mostrava à vontade ao lado de reis e presidentes como na rua, a interagir com a população. Durante os anos em que foi Presidente, não se fechou no palácio nem se rodeou de grande aparato de segurança e, mesmo em situações protocolares, raramente deixava a espontaneidade de lado. Um contraste marcante com o aspeto sisudo do general Ramalho Eanes, a quem sucedeu, e que o tornava uma figura simpática aos olhos da opinião pública em geral.

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