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Cláudia Jacques: “Já não tenho qualquer relação com o Olivier”

A relações-públicas fala sobre o fim do seu casamento com Olivier da Silva. Os dois conheceram-se em Paris em junho de 2015 e casaram-se quatro meses depois. O divórcio aconteceu em outubro de 2016, porque Cláudia quis proteger-se, mas só agora considera que terminaram de vez a relação.

Joana Brandão
14 de janeiro de 2017, 18:00

Cláudia Jacques garante que é a primeira e a última vez que fala do fim do seu casamento com Olivier da Silva. A relações-públicas esclarece que se divorciou em outubro e que, embora se tivessem mantido juntos entretanto, hoje já não tem qualquer relação com Olivier.
– Nunca quis comentar a acusação de burla emitida em França que levou à prisão preventiva e posterior prisão domiciliária do seu marido. O que a leva a quebrar o silêncio agora?
Cláudia Jacques – No final de dezembro, o Olivier deu duas entrevistas onde dizia que há muito amor e respeito entre nós, que falamos todos os dias, que passou cá o Natal... e nada disto é verdade. Achei que deveria esclarecer o assunto, porque não quero que me continuem a associar a ele. Ultimamente o Olivier tem tido comportamentos que me fizeram vê-lo como um estranho. Não reconheço a pessoa com quem me casei. Acabou. Estive ao lado dele em todos os momentos, mas aconteceram coisas que me alertaram e deixaram apreensiva.
– Divorciaram-se em outubro?
– Sim, mas mantivemo-nos juntos. Decidi divorciar-me porque me assustei com uma série de acontecimentos e quis proteger-me. Depois percebi que a separação seria inevitável. Entretanto, ele foi para Paris no final de novembro, para darmos um tempo e as coisas acalmarem. O afastamento serviu para eu ponderar e percebi o que devia fazer. Ele veio para o Porto para passar o Natal comigo e com a minha família, mas acabámos por não nos ver, porque ele não quis. No entanto, e independentemente de tudo o que aconteceu, tivemos um ano de casamento muito bom, de junho de 2015 a junho de 2016. Vivi um conto de fadas, ele foi um ótimo marido durante esse período. Dedicou-se a mim, aos meus amigos, à minha família, à casa, ao meu trabalho, colaborou sempre em tudo e esteve sempre disponível. Era encantador. Quando, em junho, isto aconteceu e ele foi detido pela primeira vez, recebi-o em casa e estive ao lado dele. Dei-lhe o benefício da dúvida, não se abandona à primeira contrariedade a pessoa com quem nos casámos. Precisei do meu tempo, mas tenho a consciência tranquila. Nunca precipitei nada, mas agora tudo se desmoronou e já não vale a pena remendar, há que saber parar. Estamos num ano novo e quero entrar limpa e equilibrada. Este assunto ficou arrumado em 2016, já não tenho relação com o Olivier. É a primeira e última vez que falo sobre este assunto.
– Relativamente à acusação de burla, há alguma novidade?
– Continuo sem saber qual é a verdade, ainda não se chegou a nenhuma conclusão no processo. Tomei a minha decisão e a partir deste momento não quero saber mais nada. No entanto, não lhe quero mal nenhum. Neste momento, ele está em Paris, e acho que deve ficar no país dele e seguir com a sua vida.

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