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Carolina Patrocínio: “Adoro o Natal desde sempre e mantenho as tradições de criança”

A repórter do ‘Fama Show’ revive com as filhas, Diana e Frederica, o espírito dos Natais da sua infância.

CARAS
25 de dezembro de 2016, 11:00

Para Carolina Patrocínio, o Natal sempre foi uma época repleta de magia e ainda hoje recorda as tradições que seguia em criança. Tradições essas que tem vindo a passar para as filhas, Diana, de dois anos e oito meses, e Frederica, de nove meses, que vieram dar novo significado à época. Por isso, as comemorações começam cedo e cada momento serve para estarem juntas, como aconteceu na Aldeia de Natal do Almada Fórum e, dias depois, na festa de Natal da Lego, no Hotel Fortaleza do Guincho.
– O Natal ganhou outro significado com o nascimento das suas filhas?
Carolina Patrocínio – O Natal é uma época muito especial na minha família, desde sempre que me lembro de a adorar. Claro que agora, com as bebés, ganha ainda mais sentido. Repito todas as tradições que tinha em miúda, agora com elas.
– Que tradições são essas?
– Tradições de criança, como deixar umas bolachas e um copo de leite junto à lareira porque o Pai Natal vem muito cansado, pendurar uma meia para receber o presente, fazer a lista e deixar no correio, esse género de coisas.
– Este é o primeiro Natal da Frederica. Ainda não terá noção da época, mas já deve achar graça aos sons e às cores...
– A Frederica ainda só se apercebe da agitação à volta dela. Gosta, naturalmente, de brinquedos novos, presta atenção às luzes, à música e adora ser incluída nos programas da família.
– Em contrapartida, este ano a Diana já acompanha tudo...
– A Diana está na fase de adorar o Natal e toda a magia associada. O Pai Natal, o trenó, as renas, a neve, os duendes, a chaminé... Vive a querer ouvir histórias do Natal e a ver os clássicos da Disney desta altura. E agora anda obcecada com o “portei-me bem ou portei-me mal?!” E inclui diariamente novos elementos à sua vasta lista de pedidos...
– Entre os familiares e os amigos, elas devem receber muitos presentes. Tenta controlar isso?
– Sim, tento, mas é quase impossível. É irresistível dar presentes às crianças. Falo por mim, que encho os meus sobrinhos de presentes ao longo do ano.
– Considera importante incentivá-las a acreditar no Pai Natal e na magia inerente?
– Não é que o Pai Natal ou qualquer outra fábula ou lenda em particular seja relevante para o crescimento delas, o importante é serem capazes de acreditar, criar e brincar livremente no seu próprio espaço e imaginário. Temos que lhes dar tempo para serem crianças e não estarmos constantemente a interferir nas suas brincadeiras, interesses ou a querer ensinar-lhes tudo. A cria­tividade deveria ser a atividade mais importante de uma criança.
– Já definiu como vai passar a Consoada e o dia de Natal?
– Será em família, como sempre, entre a minha casa, com a família ‘pequena’, em casa dos meus avós maternos e na família Uva [do marido, Gonçalo Uva].
– É uma pessoa descontraída. É sempre tranquilo sair sozinha com ambas?
– Nem sempre! Dá algum trabalho, mas por estar muitas vezes sozinha com elas durante a semana, já que o Gonçalo tem treinos até muito tarde, já me habituei. Sou muito rápida a sair de casa com elas, mesmo para fins de semana, o que é muito elogiado pelo meu marido [risos]. Nisso sou muito eficaz, só saio com o essencial. As miúdas não podem servir de empecilho, senão tornam a nossa vida um castigo.
– A Frede­rica deve estar numa fase mais exigente, em que necessita de mais atenção. Como concilia isso com a Diana?
– Com naturalidade, sem dramas. Se chora, chora, se quer colo, tem que esperar... Vai-me agradecer um dia por ter uma melhor amiga.
– Ela não teve ciúmes da irmã?
– Ao princípio não teve, agora acho que sim. Rouba-lhe os brinquedos, a comida... achando que eu não vejo. Neste momento, acho que a Frederica tem sentimentos contraditórios em relação à irmã: ou fica fascinada a olhar para ela a brincar e ri-se de tudo o que ela faz, ou chora de medo quando a irmã se aproxima em modo furacão e lhe arranca os brinquedos da mão.
– A Diana é muito independente.
– Sempre foi, não quer ajuda para nada. Mas isso, às vezes, em vez de ajudar, ainda me complica mais as tarefas [risos].

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