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Marta Wahnon recebeu-nos em casa e partilhou as suas receitas natalícias

A relações-públicas, que aos 42 anos tem uma figura invejável, defende que dar ao corpo alimentos saudáveis é mais importante do que fazer dieta para não engordar.

Sofia Lourenço
24 de dezembro de 2016, 12:00

Com uma vista deslumbrante para a ponte 25 de Abril, a casa de Marta Wahnon, digna de uma revista de decoração, contrasta em curioso equilíbrio com a simplicidade da relações-públicas que, sem fazer cerimónias, recebeu a equipa da CARAS de avental posto, pois foi ela a autora das receitas que partilhamos nesta edição de Natal. E que são deliciosas, como tivemos oportunidade de (com)provar. Aos 42 anos, Marta, que é mãe de Benedita, de 12, parece ter encontrado a sua verdadeira paixão: a alimentação saudável. E entre workshops, encomendas e um show cooking, vai construindo um caminho na gastronomia.
– Estamos muito perto do Natal, como vive esta época?
Marta Wahnon – Em stress [risos]! Com várias famílias para gerir [a sua, a do pai da filha e a do atual namorado, o empresário Nuno Santana], é preciso ter jogo de cintura para agradar a todos! Mas adoro a época natalícia, é daqueles momentos que acabamos sempre por viver um bocadinho como as crianças. Envolvemo-nos no espírito da bondade e as pessoas ficam mais atentas. Também porque é final do ano e paramos para fazer um ponto de situação da nossa vida.
– E qual é o balanço de 2016?
– Foi um ano surpreendente. Não começou da melhor forma, mas, graças a Deus, por sermos persistentes, foi revelador e surpreendente a todos os níveis. E estou muito feliz com este projeto da cozinha saudável, que eu acho que me descobriu a mim. Andava de facto à procura de algo que me realizasse, pois sempre gostei de comunicação, mas já precisava de mais qualquer coisa.
– Como surgiu esta paixão?
– Fui federada em ginástica rítmica e tive um desfasamento em termos de crescimento quando parei a competição, tive um desequilíbrio hormonal e engordei 10kg num ano. Podia ter ficado contra a comida, mas não, fiquei curiosa e tentei perceber melhor os alimentos e as propriedades de cada um deles.
– Entretan­to, a sua filha já é pré-adolescente. Como é a vossa relação, são as melhores amigas?
– Costumo dizer que se houvesse um livro que ensinasse a ser a melhor mãe do mundo, estaria esgotado. No entanto, por experiência própria, não acredito nisso das melhores amigas, porque há uma altura em que a mãe quer impor o seu papel e a filha já não aceita. Por isso, digo-lhe: “A mãe é sua amiga, está cá para tudo o que o é preciso, mas mãe é mãe.”
– Revê-se nela nesta idade?
– Eu era mais peste. Tenho a sorte de a minha filha sair à minha irmã e a minha irmã teve o azar de ter três filhos que saíram a mim [risos].
– O que é que aprende com a Benedita?
– A Benedita ensina-me a ser mais humilde, humana e afável. É uma miúda que luta pela paz constante. É engraçado ver uma filha única tão preocupada com os outros. Estou sempre a dizer-lhe: “Preocupe-se consigo, a mãe sou eu, eu é que tenho de a proteger.” Fico feliz por ela ser quem é.
– Como é a ligação da Bene­dita com o Nuno?
– Muito gira. Ele vira criança com ela, são dois miúdos autênticos. O Nuno tem muita paciência para ela e ajuda-a imenso. Dão-se lindamente.
Produção: Ruth Ferrony | Maquilhagem: Raquel Peres

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