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Maria Barros ao lado da filha, Clara: "Sempre vivi o Natal com entusiasmo"

A decoradora posou em casa na companhia da filha, de 12 anos, e falou com a CARAS sobre o seu Natal.

André Barata
24 de dezembro de 2016, 15:00

Com o Natal à porta, são poucas as casas que não se vestem a rigor para a época e a de Maria Barros não foge à regra. Aos 45 anos, a decoradora confessa que sempre gostou desta celebração, mas são os dois filhos, Salvador, de 15 anos, e Clara, de 12, que a fazem sentir a magia própria da época.
– Uma decoradora vive esta época de forma especial?
Maria Barros – Sempre vivi o Natal com entusiasmo e alegria. Adoro! Talvez por gostar de casas e de me sentir bem na minha isso tenha influência, mas, por outro lado, há muitas pessoas que não estão ligadas à decoração e que sentem o mesmo tipo de entusiasmo…
– Os seus filhos ajudam na decoração?
– Ajudam, sim, gostam muito. Este ano o Salvador até ficou triste porque não esperámos por ele para fazer a árvore de Natal. Acho que é uma coisa que também cultivei neles, este espírito.
– Quando se fala em Natal, qual é a primeira coisa que lhe vem à cabeça?
– Boas vibrações, sentir que as pessoas são mais queridas umas para as outras nesta altura. Tem a ver com partilha, com sermos o melhor de nós próprios.
– Por ser mãe, esta época tem um gosto ainda mais especial?
– Quando eles eram pequenos era mesmo giro! Enquanto acreditaram no Pai Natal, explorámos isso ao máximo e era espetacular. A manhã de Natal parece a mais bonita do ano. Já temos saudades.
– Hoje o Salvador já tem 15 anos e a Clara 12... Orgulha-se quando olha para eles?
– Claro! É um trabalho contínuo, não se tira férias. Quando eles precisam, estamos lá para eles. Agora estou a chegar àquela fase em que tenho de saber largar, deixá-los e perceber, enquanto mãe, até onde devo ir. Desde que eram pequenos que tenho a consciência de que não estou a educá-los para mim, mas sim para o mundo. Quero que eles sejam cidadãos do mundo, que tenham vontade de um dia ir viver para outro sítio qualquer sem olhar para trás!
– São fáceis de educar?
– Muito, especialmente a Clara. O Salvador sempre foi mais intenso, no sentido de querer saber mais, exigir respostas mais completas. Dá um tipo de trabalho mais desafiante. A Clara é mais adaptável.
– O Salvador está no 10.º ano e já teve de escolher uma área a pensar no futuro profissional... A Maria e o Rui tiveram alguma influência nessa decisão?
– Ele escolheu Economia porque quis. Neste momento quer fazer qualquer coisa ligada à gestão desportiva. Nunca criámos barreiras! Há pais que querem resolver certas lacunas em si com as conquistas dos filhos e isso foi uma coisa que desde sempre disse que não faria. É a vida deles, nunca forcei nada.
– O Salvador já é um adolescente, a Clara está a entrar nessa fase... Como tem lidado com tudo isto?
– Para ela, tem sido pacífico. Nós damo-nos muito bem, ela tem muita abertura para falar sobre tudo. Ainda não chegámos à fase de chocar uma com a outra, mas já me estou a preparar. Agora, estou a aproveitar a bonança da relação que temos.
– Por ser a menina cá de casa, vai custar mais?
– Os filhos mais velhos têm uma desvantagem, porque têm de desbravar caminho. A Clara já viu tudo, já se vai adaptando, vem com a lição estudada por causa do irmão.
– No que toca à educação dos vossos filhos, pai e mãe têm funções partilhadas ou cada um tem o seu papel?
– Nunca esquematizámos isso conscientemente. Por um lado, sou muito mais presente, porque o Rui [piloto] tem uma profissão que o afasta imenso de casa. Eu assumo todos os papéis, habituei-me a isso desde que eles eram mais pequenos. Quando tenho de ser pai e mãe, sou! Quando o Rui está, é super presente e é um paizão, mesmo, e impõe regras. Eu sou mais ingénua. Certamente, farão asneiras como fiz e se Deus quiser terão também um anjo da guarda a olhar por eles, como eu tive o meu.
– Voltando ao Natal: que tradições não podem faltar no vosso?
– Eu não sou muito tradicio­nal. Este ano fiz a árvore com decoração encarnada porque a Clara me pediu. Às vezes penduro limões na árvore [risos]. Gosto de inventar, para mim só precisa de ter ar de festa! O que não pode mesmo faltar são as músicas de Natal e as fatias douradas que a minha mãe faz.
– O que gostaria de receber este Natal?
– Estive de férias agora com o Rui e isso já me serviu como presente de Natal. Penso sempre muito mais nos miúdos. Já houve anos em que até demos um ótimo presente um ao outro, mas não é nada uma coisa de que esteja à espera, a não ser que venha dos meus filhos! Gosto muito quando eles me fazem um daqueles cartões, com uma mensagem amorosa a dizer que sou a melhor mãe do mundo. Para mim, isso é o presente ideal.

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