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Catarina Sikiniotis, a nova apresentadora do ‘Fama Show’: “Sou uma pessoa transparente e continuarei a sê-lo”

Aos 21 anos, a estudante de Direito é uma das novas apresentadoras do ‘Fama Show’. Filha de pai grego e mãe portuguesa, Catarina já foi Miss Portugal e diz que se sente preparada para o mediatismo.

CARAS
30 de outubro de 2016, 16:00

Catarina Sikiniotis, de 21 anos, não joga golfe mas foi certeira no casting para apresentadora do Fama Show. Filha de pai grego e mãe portuguesa, estuda Direito e junta-se à família SIC na próxima semana, altura em que se assinala o 24.º aniversário do canal. Ansiosa por iniciar este desafio, Catarina confessou que está preparada para ser reconhecida na rua, até porque em Mykonos, terra natal do seu pai, já o é, desde que foi Miss Portugal, em 2013.
– Nasceu cá ou na Grécia?
Catarina Sikiniotis –
A minha mãe é portuguesa e eu nasci e cres­ci cá, mas quando era mais nova, numa altura em que não tinha atividades curriculares, talvez até aos cinco anos, passava seis meses cá e seis meses lá.
– Porque os seus pais estão separados?
Sim. O meu pai mora lá, onde tenho um meio irmão, e eu moro cá com a minha mãe.
– Como concilia a educação portuguesa com a grega?
As tradições e culturas são muitas semelhantes. Como cresci cá e convivi mais com a minha mãe, toda a minha educação foi feita cá, em Lisboa. Agora estou no quarto ano da Faculdade de Direito da Universidade Católica.
– Como chegou ao casting para o Fama Show?
O convite surgiu depois de um contacto do Daniel Oliveira para fazer um casting que simulava a apresentação de um programa. Houve um processo de seleção e fiquei.
– Desejava fazer televisão?
Nunca pensei vir a integrar este programa, até porque quando o Fama Show começou eu tinha 13 anos [risos]. Já vejo o programa há algum tempo, mas nunca pensei que poderia estar naquele papel. Estou muito entusiasmada e mal posso esperar para começar a trabalhar.
– Será fácil de conciliar com os estudos?
Julgo que sim. Todas as apresentadoras têm responsabilidades pessoais, por isso sei que dará para conciliar com as aulas e até com outros projetos. Ainda estamos numa fase inicial, mas irei começar a gravar em breve.
– Tem feito algum tipo de preparação?
Fiz alguns workshops no passado. Já estudei teatro e tenho alguma preparação prévia. E quem estuda Direito precisa de ter aptidões a nível de oratória e discurso. Apesar de serem áreas muito distintas, acho que há alguns pontos em comum que me vão ajudar a vingar.
– Poderá a televisão tornar-se uma paixão e o Direito ficar de parte?
Julgo que não, o Direito é uma grande paixão que tenho e estou muito feliz por poder conciliá-la com a apresentação, que também me cativa.
– Há três anos foi Miss Por­tugal e representou o nosso país num concurso mundial, na Tur­quia. Como recorda esses tempos?
Desde que ganhei o concurso a nível nacional, e com a conquista da coroa no concurso internacional Miss 7 Continents 2014, ganhei notoriedade e pude abraçar novos projetos. As pessoas acham que para estes concursos basta uma cara bonita, mas há que desmistificar essa ideia. Há provas de talento, desporto e os idiomas que se domina – no meu caso são quatro – contam muito na pontuação final.
– A moda ainda é importante na sua vida?
De uma forma ou de outra, a moda sempre esteve presente na minha vida. Claro que, com os estudos, nestes últimos anos tive de recusar trabalhos por falta de tempo, mas pontualmente fiz algumas sessões fotográficas. É uma área de que gosto e que continuo a acompanhar de perto.
– Sente-se preparada para o mediatismo inerente à televisão?
Julgo que sim, até porque na Grécia já tenho alguma visibilidade, que surgiu na sequência de ter ganho o Miss Portugal, por ser de uma família grega. Saio nas revistas, convidam-me para ir a programas televisivos...
– Está preparada para ser reconhecida na rua, portanto...
Preparadíssima. Espero que todos tenham carinho por mim... Vou dar o meu melhor.
– E preparada para fazer parte da equipa do programa?
Claro que sim. Fui muito bem recebida por todas as outras apresentadoras. É uma equipa muito unida e tenho a certeza
de que me vou enquadrar muito bem.
– Como é que os seus amigos reagiram à notícia de que vai fazer o programa?
Foi uma grande surpresa para eles, mas ficaram entusiasma­díssimos por mim! Tenho amigos e uma família que me apoiam muito, em todos os meus projetos pessoais e profissionais.
– E os seus pais, como rea­giram?
Muito bem. Pedi-lhes opinião antes de fazer o casting. Eles apoiam-me em tudo e estão felicíssimos por mim. Sou uma pessoa com os pés bem assentes na terra e nunca me deixarei levar pela fama. Serei sempre a Ca­tarina. Sou uma pessoa muito transparente e assim continuarei.
– E tempo para namorar, há?
Não, nem penso nisso. Estou completamente focada no meu trabalho.
– Para terminar, tem também um lado solidário ativo, já que fez voluntariado na Santa Casa da Misericórdia. Esse lado faz parte da sua personalidade, da sua educação, ou ambas?
Além do voluntariado na Santa Casa, trabalhei como educadora de crianças nascidas em famílias carenciadas e na União Zoófila. E faço voluntariado no Elo Social, instituição que acompanho há quase quatro anos e que promove a integração e promoção da qualidade de vida de pessoas com deficiência mental. Para mim, ser voluntária é também uma dádiva, por poder ajudar quem precisa. Sempre fez parte da minha essência esta vontade de dar o melhor de mim aos outros, mas claro que penso que o facto de ter crescido numa família que me transmitiu determinados valores também terá tido influência.

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