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Orgulho e entusiasmo na inauguração do novo museu de Lisboa junto ao Tejo

Após cinco anos de obras e um investimento de 19 milhões de euros, realizou-se o sonho de António Mexia.

Vanessa Bento
19 de outubro de 2016, 17:20

Já dizia Fernando Pessoa: “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.” E nasceu. De um sonho de António Mexia, presidente executivo da EDP, nasceu junto ao Tejo o novo Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia de Lisboa. Um edifício de linhas orgânicas, que promete tornar-se um dos ex-líbris desta cidade. “Este é um momento muito importante, um marco naquilo que é a celebração também dos 40 anos da EDP. Uma empresa que tem mudado e que continuará a mudar Portugal no sentido do crescimento e da criação de riqueza. O MAAT torna-se um símbolo do Portugal mais inspirador e também mais criativo”, sublinhou António Mexia, durante a inauguração do museu.
Criado pela arquiteta britânica Amanda Levete, custou 19 milhões de euros e a obra levou cinco anos a ficar concluí­da. Estendendo-se por mais de quatro mil metros quadrados, o MAAT não deixou ninguém indiferente neste dia e foi notório o orgulho e entusiasmo à volta deste projeto. “Está aqui uma obra magnífica, é o princípio de tudo, de imenso futuro e de imensa transformação em Lisboa. Fiquei surpreendida e deslumbrada quando vi a maquete. Achei que era visionária, profundamente respeitadora, mas também cria­tiva, porque é provocadora de uma atitude de respeito para com a frente rio e para com Lisboa, que é maravilhosa. É um orgulho enorme fazer parte deste projeto e ter assistido a tudo. Isto é uma porta para o mundo”, comentou Margarida Pinto Correia, entusiasmada e sem esconder a admiração pelo companheiro, Sérgio Figueiredo, que também esteve na origem deste museu na época em que foi administrador da Fundação EDP. “O Sérgio está na semente disto e fico super orgulhosa de ver a semente crescer assim. E ele também. Afinal, este projeto é um bocadinho dos dois”, rematou. Para o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, este foi um dia marcante para o país: “É fundamental que este museu seja, também, o retrato da ambição de Portugal. Que este seja o primeiro dia de muitos dias na transformação de Portugal que muitos ambicionamos.”

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