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Antigo guarda-costas critica Brad Pitt

Mark Billingham foi responsável pela segurança do ator e da sua família durante um ano e meio.

CARAS
19 de outubro de 2016, 12:49

O antigo militar Mark Billingham, de 51 anos, foi guarda-costas de Angelina Jolie e Brad Pitt e dos seis filhos do casal – Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Vivienne e Knox – durante 18 meses e nunca tinha comentado publicamente o assunto, mas agora fez revelações polémicas.
Billingham é atualmente instrutor num programa de televisão que é uma espécie de treino militar e de sobrevivência na selva do Equador e a propósito das condições difíceis que os concorrentes enfrentam, disse ao jornal The Sun: “Brad não iria aguentar muito tempo porque não podia ter creme algum na cara. Iria ser demasiado duro e desconfortável para ele. Ele é demasiado bonito”. Um comentário que soou a crítica e que completou garantindo que Angelina Jolie é mais corajosa: “Ela seria provavelmente a única pessoa com coragem para chegar ao fim. Iria conseguir”.
Mark Billingham foi escolhido por Brad Pitt e Angelina Jolie para chefe de segurança da família devido ao seu currículo militar. Segundo conta, a confiança no seu trabalho era total e era dos poucos que podia aproximar-se à vontade das crianças. “Angie e Brad preocupam-se muito com tudo o que rodeia as suas crianças e quem lida com elas. Foi claro desde o início que tínhamos uma boa química e eles confiavam em mim para estar com as crianças. Ficámos muito próximos, vivi com eles a tempo inteiro. Podia levar os filhos deles onde quisesse, sozinho e sem supervisão. Mais ninguém estava autorizado a fazer isso. Mesmo quando queria levar outras pessoas, eles não deixavam que mais ninguém se aproximasse dos miúdos. Podiam olhar para eles à distância, mas não lhes podiam tocar”, contou à mesma publicação, esclarecendo que “o maior medo” do ex-casal “era que sequestrassem os filhos”.
Nesta entrevista notou-se claramente que o antigo militar tinha uma relação mais cúmplice com Angelina Jolie do que com Brad Pitt, que, diz, substituiu em várias ocasiões: “Levava-os a nadar, fazíamos tudo juntos. Basicamente, era como um pai para eles”.

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