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Herman José e Maria Rueff: 25 anos de cumplicidade e admiração mútua

Durante a apresentação do programa ‘Cá por Casa’, que decorreu nos Estúdios da Valentim de Carvalho, em Paço d’Arcos, a CARAS explorou o mundo de afetos de Herman, de 62 anos, e de Maria, de 44. Amigos de longa data, são também admiradores do trabalho um do outro. E, dizem, é por isso que esta ‘dupla’ funciona tão bem fora e dentro do ecrã.

CARAS
18 de outubro de 2016, 15:00

Pelas contas de Maria Rueff, a sua amizade com Herman José tem quase 25 anos. 25 anos de cumplicidade, 25 anos de admiração mútua. E, como se fosse de propósito para assinalar as bodas de prata desta amizade pura, os dois voltam a juntar-se no pequeno ecrã em Cá por Casa, o novo programa da RTP para as noites de quarta-feira. Foi esse mundo de afetos que explorámos na conversa que tivemos com os dois, nos Estúdios da Valentim de Carvalho, em Paço d’Arcos. Maria, de 44 anos, foi a mais expansiva: “O Herman é um grande e bom amigo, muito generoso, atento. É um cúmplice extraordinário. É um amigo com quem posso contar para o resto da vida e manter esta amizade é o que mais me orgulha na vida. Os amigos ficam para sempre, são as nossas grande fortunas pessoais. E esta amizade só acabará se enlouquecermos os dois [risos]. Herman retribuiu o elogio de forma mais moderada, mas sentida: “A Maria é como uma pessoa da família. Passa-se algum tempo que não nos vemos nem nos falamos, mas os reencontros são sempre bons. A nossa amizade, apesar de ser muito intensa, não sofre erosão.”
Quando o assunto mudou para a vertente profissional, o humorista, que aos 62 anos tem mais de quatro décadas de carreira, não poupou palavras. “Profissionalmente, artisticamente, a Maria equivale a um produto de primeira. É a mais importante comediante da sua geração. É lutadora, intensa, não desanima, preocupa-se. É um privilégio fazer este programa ao lado dela”, frisou, adiantando: “Ela foi um presente que a RTP me deu. A RTP acarinha-a, acha que ela merece estar no ar, pega nela e oferece-ma para fazer parte deste meu projeto e eu não podia estar mais orgulhoso. Caminhamos na mesma direção.” Perante esta ‘declaração’ do seu parceiro de cena, Maria não se conteve: “É uma relação de profundo amor artístico. Entrei pela porta grande, com o maior humorista português, e a sensação é de que não posso falhar, não posso defrau­dar as expectativas do Herman. Ele dirige sem impor, tira o melhor do outro e dá o melhor que tem.”

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