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As revelações de Céline Dion: “O meu marido foi o único homem que beijei”

Nove meses após a morte de René Angélil, a cantora diz continuar apaixonada pelo marido.

CARAS
10 de outubro de 2016, 15:27

Céline Dion e René Angélil conheceram-se quando a artista tinha apenas 13 anos e ele se tornou seu agente. A relação profissional transformou-se numa história de amor e, apesar de terem 26 anos a separá-los, casaram-se em dezembro de 1994. Cinco anos depois, o produtor foi diagnosticado com cancro da garganta pela primeira vez, mas a doença não abalou a relação. Em 2013, a família – o casal teve entretanto três filhos, René-Charles, de 15 anos, e os gémeos Eddy e Nelson, de seis – foi novamente confrontada com a doença e René foi operado para remover um tumor. A partir daí, e até à sua morte, em janeiro deste ano, Céline Dion viveu muito centrada no marido e na doença, fazendo o que estava ao seu alcance para aliviar a sua dor nos últimos meses de vida.
Agora, passados nove meses sobre o adeus, a artista, de 48 anos, confessa que ainda está a tentar lidar com a perda. “Antes de ele nos deixar, foi muito, muito difícil para todos nós. Para mim, especialmente, mas também para os meus filhos. Ver o homem da minha vida morrer um pouco a cada novo dia, foi devastador. E quando ele partiu, foi uma espécie de alívio para mim porque o homem que eu amei, o único homem que eu beijei, o único homem que eu amei – não, nunca beijei outro homem na minha vida – tinha parado de sofrer. O homem da minha vida era um verdadeiro companheiro, éramos um só. Portanto, quando ele parou de sofrer, eu pensei que ele finalmente estava em paz e que era o melhor pois ele não merecia sofrer”, disse Céline Dion em entrevista para a CBS.
Esta confissão da intérprete de The Power Of Love levou o apresentador Mo Rocca a perguntar-lhe se coloca a hipótese de voltar a amar. “Não, pelo menos para já. Eu amo. Amo-o a ele. Continuo apaixonada por ele. E tenho o amor dos meus três filhos. O amor dos meus fãs. E amo as pessoas com quem trabalho, por isso não falta amor na minha vida. Mas a verdade é que ele está sempre no meu pensamento. Deito-me a pensar nele, sinto-o ao meu lado sempre que piso um palco, continuo a sentir-me casada com o René”, esclarece.

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