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Isabel Figueira: “A felicidade dos meus filhos é a minha felicidade”

Modelo e atriz fala da sua relação com os dois filhos.

Andreia Cardinali
9 de outubro de 2016, 14:00

Divorciados há oito anos, Isa­bel Figueira e César Peixoto têm mantido uma relação algo tempestuosa. No meio da discórdia está o filho de ambos, Rodrigo, de dez anos, e a respetiva pensão de alimentos paga pelo pai. Conversámos com a atriz, modelo e apresentadora durante o making of da campanha de inverno da Just Cavalli, onde esta não quis comentar o assunto e adiantou que o filho mais velho [Isabel é também mãe de Francisco, de três anos] se mantém alheio a tudo isso. “O Rodrigo está muito focado no colégio, na sala de estudo, em brincar, ir ao cinema... Sinto que ele está completamente à parte de tudo isso, o que é muito bom.”
– Tem de haver alguma preparação especial na véspera de campanhas como esta?
Isabel Figueira –
É uma campanha de inverno, não exige tanto, mas tenho os cuidados habituais, como beber muita água, aplicar uma máscara no rosto, cuidar da alimentação... Embora sejam hábitos que incluí na minha vida desde há uns anos. Também é importante dormir bem, o que não consegui esta noite [risos], mas com dois filhos já se sabe que por vezes é assim.
– Só aceita convites de marcas com as quais se identifique?
Sim, cada vez mais tenho cuidado com o que aceito. Com a idade acabamos por selecionar aquilo que nos faz sentido. A Cavalli é uma marca prestigian­te que já represento há cinco anos e fico feliz por continuar a ser escolhida a um mês de fazer 36 anos.
– A maternidade também a tornou mais seletiva?
Completamente. Não aceito trabalhos em que tenha de me expor mais, até por uma questão de respeito para com os meus filhos e por eles já estarem na escola. Por isso, tenho recusado muitos trabalhos que impliquem expor o corpo. Com a novela Massa Fresca também ganhei um público mais jovem e sinto que tenho alguma responsabilidade em servir de exemplo.
– Como é que o Rodrigo rea­ge quando o vai levar à escola e é abordada pelos colegas dele?
Adora. Aliás, ele faz questão de que eu o vá levar! Fez amizades muito rapidamente neste colégio novo, principalmente no sector feminino [risos].
– Como é que está a lidar com esta nova fase de pré-adolescência?
É uma fase complicada, mas lido bem com ela. Entrou para o 5.º ano e tenho a certeza de que vai amadurecer muito este ano. É muito bom vê-lo a crescer.
– Enquanto mãe solteira, como lida com as responsabili­dades do dia-a-dia?
Há alturas muito difíceis e ninguém é perfeito. Acho que todos tentamos fazer o melhor que podemos. A felicidade dos meus filhos é a minha felicidade, acima de tudo. Vê-los felizes é o mais importante e defenderei sempre isso. Sinto que tenho feito um ótimo trabalho como mãe e sinto-me orgulhosa. Sinto isso nas palavras do Rodrigo quando me diz que sou a melhor mãe do mundo e que é feliz. As palavras dele são o que me compensa mais.
– Como é a relação entre eles?
Eles adoram-se, mas como todos os irmãos têm dias... Quem tem rapazes com uma diferença de sete anos sabe perfeitamente o que estou a dizer [risos]. Há dias complicados, mas é disto que a vida é feita. É normal.

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