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Kim Kardashian temeu ser violada e assassinada durante assalto

Ladrões roubaram dinheiro, joias e aparelhos eletrónicos num total de 16 milhões de euros.

CARAS
4 de outubro de 2016, 11:39

Já de regresso aos Estados Unidos após ter vivido momentos de terror num hotel onde se encontrava instalada durante a Semana da Moda de Paris, continuam a ser conhecidos mais pormenores do assalto de que Kim Kardashian foi vítima.
De acordo com o TMZ, o incidente que teve lugar na madrugada de segunda-feira, 3 de outubro, durou apenas seis minutos. A socialite estaria deitada quando homens disfarçados de polícias entraram no seu quarto e o telemóvel com que tentava avisar o seu guarda-costas ter-lhe-á sido prontamente retirado. Depois, os assaltantes fizeram-na levantar-se, ataram-lhe os pulsos com fita-cola e prenderam-na pelos tornozelos e foi nessa altura que Kim Kardashian pensou que ia ser violada. Depois percebeu que estavam apenas a imobilizá-la para que não interferisse no roubo e suplicou “que não a matassem porque tem duas crianças pequenas para cuidar”, apesar dos ladrões “não falarem inglês”, como explicou.
Às autoridades policiais, a mulher de Kanye West garantiu ainda que não ofereceu resistência e que ainda disse onde se encontrava o seu anel de noivado, avaliado em 3 milhões de euros. Adiantou ainda que uma das suas amigas que se encontrava no piso de baixo percebeu o que se estava a passar a alertou os seguranças, que não conseguiram chegar a tempo. Nessa altura, os assaltantes já tinham fugido de mota, deixando Kardashian na banheira.
O furto está avaliado em 16 milhões de euros, nove dos quais em joias. A polícia francesa suspeita que esse seria, aliás, o principal objetivo dos criminosos, uma vez que a socialite tem por hábito mostrar os seus pertences nas redes sociais. Três dias antes do ataque, por exemplo, Kim Kardashian partilhou uma fotografia que mostra em primeiro plano o anel oferecido por Kanye West quando a pediu em casamento.

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