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Bruna Lombardi garante: “A minha missão é ajudar as pessoas”

A atriz e escritora brasileira esteve em Portugal para promover o seu mais recente livro, ‘Jogo da Felicidade’.

Marta Mesquita
18 de setembro de 2016, 10:00

A passagem dos anos tem sido generosa para com Bruna Lombardi, que aos 64 anos conserva a beleza e elegância que a tornaram uma das mais populares atrizes brasileiras das décadas de 80 e 90. O segredo para tal, assegura, prende-se com a sua forma de estar na vida, muito centrada no bem-estar interior, na valorização das emoções positivas e na realização dos seus sonhos. E foi precisamente o conhecimento que adquiriu em todas estas áreas que a levou a escrever o livro Jogo da Felicidade, “um ma­nual de orientação para ajudar as pessoas a lutarem por aquilo em que acreditam”, como explicou à CARAS durante a visita que fez recentemente a Lisboa para promover esta obra.
Realizada profissionalmente e feliz ao lado do marido, Carlos Alberto Riccelli, e do filho, Kim, Bruna Lombardi explicou o que faz dela uma vencedora neste jogo diário que é a vida.
– Não é a primeira vez que vem a Portugal…
Bruna Lombardi – Não! Adoro Portugal. Já trabalhei cá e adorei. Os portugueses sempre me trataram com muito carinho. Tenho uma relação muito íntima com o vosso país. Apesar de ter vindo para promover o meu livro, já consegui passear por Lisboa e Sintra. Lisboa está uma cidade muito diferente. A brincar, até digo que Lisboa agora é ‘Lisótima’!
– Tornou-se conhecida do público graças ao seu trabalho como atriz. Contudo, paralelamente fez um percurso de sucesso na literatura, nomea­damente com os seus livros de poesia…
– Escrevo desde menina e o Jogo da Felicidade é o meu oitavo livro publicado. Tudo o que tenho feito, tanto na literatura como no cinema e nas redes so­ciais, tem um propósito maior. A minha missão é ajudar as pessoas a viverem mais felizes, plenas e realizadas. E para isso é necessário estarmos conectados com o nosso lado mais íntimo, estimulando o autoconhecimento. Cada um de nós tem de ouvir a voz que vem do coração.
– E sempre ouviu essa “voz que vem do coração”? Ou foi uma aprendizagem?
– Sempre ouvi, mas aprendi a ouvir cada vez com mais clareza. Vivemos num mundo conturbado, difícil e com muitas crises. Por isso temos mesmo de procurar alcançar esse equilíbrio interno e uma maneira de superar obstáculos e enfrentar dificuldades. A vida é isso.
– Porquê Jogo da Fe­licidade? Vê a vida como um jogo, em que se perde ou se ganha?
– Não é um jogo em que se per­de ou ganha. O que quero evidenciar é a importância de estarmos atentos às nossas escolhas. A pergunta que temos de fazer constantemente é: “Será que estou a ir na direção dos meus sonhos?” O livro é um manual de orientação para que as pessoas lutem por aquilo em que acreditam. Para além disso, é visto como um oráculo moderno. As pessoas fazem no seu interior uma pergunta, param por uns momentos, abrem numa página e têm uma resposta. Este livro orienta-as na sua procura.
– E, olhando para a sua vida, o que a faz feliz?
– Agradeço todos os dias a Deus a minha vida e tudo o que posso viver neste mundo. Tenho muita sorte com a minha família e com os meus amigos. Amo o meu trabalho, faço o que gosto, o que é um grande luxo. E poder ajudar os outros faz-me muito feliz. Com tudo o que aprendi, posso fazer a diferença na vida das pessoas.
– Foi sempre considerada uma mulher bonita. Tem lidado bem com a passagem dos anos?
– Sim. Sou curio­sa e aventureira e procuro um conhecimento maior. Estou sempre a aprender. Tenho feito muitas palestras sobre esta minha maneira de ser, que acaba por se refletir também no meu exterior. Além disso, não como carne há muitos anos e procuro ter uma vida saudável. Nós refletimos aquilo que sentimos.

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