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Isilda Cardoso apresenta o namorado, Eduardo Tracana, ao lado da filha, Carlota

A modelo comercial e o consultor receberam-nos no seu refúgio, na Comporta, em vésperas de Carlota ir estudar para Londres.

André Barata
17 de setembro de 2016, 16:00

Na última ocasião em que conversámos com Isilda Cardoso e com a sua filha, Carlota, o Natal estava à porta e nessa altura o tema foi a saída da jovem de Portugal, rumo a Inglaterra, para onde irá estudar Gestão. A pouco tempo da partida, voltámos a marcar encontro com esta família, agora de forma também a conhecer o namorado de Isilda, Eduardo Tracana, o consultor que conquistou o coração da modelo comercial e, claro, da filha desta.
– A pouco tempo da ida da Carlota para Inglaterra, sentem-se preparados para essa fase?
Isilda Cardoso A ideia está consolidada. Só falta mesmo a Carlota entrar no avião. Está tudo muito bem organizado, o drama já passou.
Este verão foi aproveitado para passarem mais tempo juntas?
– Acho que muito pelo contrário...
Eduardo Tracana – Têm-se criado condições para que a Carlota esteja ausente. Foi para Ibiza com as amigas, de uma forma autónoma, depois para um festival. Tudo isto de forma a dar autonomia a alguém que, em Londres, não terá o apoio da família.
Isilda Desta maneira, o cortar do laço não vai ser tão abrupto... Ela diz que nos vai surpreender, porque vai conseguir fazer tudo sozinha quando se for embora e eu acredito mesmo nisso. Ela está preparada. O Eduardo conhece muito bem a Carlota e consegue vê-la de uma maneira que eu, enquanto mãe, não consigo. Ele ajuda-me a lidar com todas estas situações de uma maneira mais saudável.
E como é que a Isilda e o Eduardo se conheceram?
Eduardo – Foi há cinco anos, na inauguração de um restaurante. Fomo-nos cruzando pontualmente até que, há três anos, num jantar em casa de amigos em comum, trocámos números de telemóvel. Depois as coisas foram evoluindo e os gostos que temos em comum, como a jardinagem, foram ajudando! O primeiro local onde fomos juntos foi exatamente para comprar plantas. A partir daí, começámos a ir jantar fora e construiu-se uma boa amizade. Chegou-se à conclusão de que havia muita coisa em comum, fundamental para cimentar uma relação futura que não se sabe quando nasceu! Só sabemos que chegámos ao ponto em que nos encontramos hoje.
– O que tem o Eduardo de especial que mais atraiu a Isilda?
Isilda – No dia em que me foi apresentado, tornou-se logo inesquecível por uma frase que me disse, muito gira. [risos]
– Faço a mesma pergunta ao Eduardo...
Eduardo – Sinceramente, não foi a beleza da Isilda, que considero uma pessoa muito bonita, mas sim de facto a conversa que pudemos ter naquela noite, na casa de amigos, que tinha a ver com a conjuntura internacional. [risos] Num jantar divertido, a nossa conversa era muito séria.
Com tantos pontos de interesse em comum, parece que estavam destinados a conhecerem-se...
Isilda – É verdade! No fundo, acaba por ser um pouco assim. Fomos percebendo que tínhamos muita coisa em comum, nos mais variados domínios.
Eduardo – Aquilo que é essencial para que uma relação exista, verifica-se entre os dois.
Que tipo de relação tem a Carlota com o Eduardo?
– Fabulosa! A Carlota era a pessoa que mais gostava dele! Foram apresentados muito antes de começarmos a namorar. Ela adora o Eduardo!
Eduardo – Eu preocupava-me com ela, com o que queria fazer da sua vida, o que queria estudar. Na altura, os planos que tinha não eram muito coincidentes com o que eu achava melhor para uma jovem de 16 anos e fomos conversando. Hoje congratulo-me por saber que a Carlota acabou por optar pelo curso que eu incentivei, que é Gestão.
Ter um namorado que se dá tão bem com a sua filha deve descansá-la...
Isilda – Faz toda a diferença, ajuda muito. É melhor ainda, torna tudo mais fácil.
Eduardo – Não é um aspeto decisivo, mas contribui para que uma relação entre duas pessoas seja bem sucedida. Há uma sintonia entre os três que é difícil de encontrar.
Com um casamento de 20 anos, seguido de um divórcio, há três, foi fácil entregar-se novamente a uma relação?
Isilda – Nada mesmo, por isso é que o Eduardo é especial. Foi tudo tão suave, em crescendo, inesperado e tão bom, que surpreende.
Com a maturidade que têm, vivem a relação de maneira diferente do que viveram anteriormente?
Eduardo
– Não é possível que hoje se viva uma relação da mesma maneira que viveríamos com 20 anos, mas isso não significa que a preocupação, a proximidade, não seja em tudo idêntica a uma relação entre duas pessoas com essas idades!
– Para terminar: gostavam de oficializar a relação?
Isilda – Não se pensa nisso, mesmo... Nós não temos 20 anos [risos].
Eduardo – Não há preocupações dessa natureza.

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