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Pedro Ribeiro e Carla Ascenção desfrutam de dias românticos no Algarve

A viverem em países diferentes, a jornalista e o gestor aproveitaram ao máximo estes dias de praia a dois.

Marta Mesquita
11 de setembro de 2016, 08:00

Para um casal que vive fisicamente separado, como é o caso de Carla Ascenção, de 35 anos, e Pedro Ribeiro, de 40 – a jornalista está em Portugal e o gestor trabalha no Qatar –, as férias a dois são o momento mais esperado de todo o ano. Durante os dias que passam na zona da Quinta do Lago, no Algarve, as conversas prolongadas, os mimos e a projeção de novos sonhos preen­chem as horas, que, asseguram, passam mais depressa do que aquelas em que estão separados.
Nestes dias em que se dedicaram em exclusivo um ao outro, a jornalista e coordenadora de informação do Porto Canal e o diretor-geral de uma holding internacional passaram uma tarde com a CARAS e explicaram como é que a distância acabou por fortalecer o seu casamento, que dura há quatro anos.
– Estas férias a dois devem parecer-vos sempre curtas...
Carla Ascenção – Sim. É mesmo o nosso tempo de eleição. Este ano viemos mais cedo para o Algarve, porque queríamos estar só os dois, até porque custa muito superar a distância a que vivemos durante o ano. Estarmos tão longe um do outro é muito difícil, por isso necessitávamos tanto desta semana a dois para recarregarmos energias.
– E foi neste clima romântico que o Pedro celebrou o seu aniversário. Como foi entrar nos 40?
Pedro Ribeiro – Foi difícil, porque sempre fui muito desportista. Mas, por ser uma idade importante, combinámos que estaríamos só os dois e que seria uma data celebrada a namorar. A Carla é a pessoa mais importante da minha vida e queria muito estar só com ela neste dia. E foi um momento muito especial.
– Estão fisicamente separados há três anos. É cada vez mais difícil ou, de alguma maneira, já lidam melhor com a distância?
Carla – É muito difícil, mas a distância não é nada quando alguém significa tudo, que é o nosso caso. Continuamos a ter uma relação fortíssima e muito cúmplice. Falamos todos os dias e contamos tudo um ao outro. A distância acaba por ser superada pelo sentimento entre nós.
Pedro – A Carla também tem ido ao Qatar. Já lá passou 18 dias, e isso torna tudo mais fácil. Este ano fiquei lá durante o primeiro semestre, para poder estar mais dias cá no verão. O que tem sido difícil é conseguir passar algum tempo com outras pessoas para além da Carla, porque quero estar sempre com a minha mulher.
Carla – Todo o tempo que passamos juntos é pouco e parece que passa mais depressa.
– De alguma maneira, a distância ajuda-vos a manter esse romantismo típico do início das relações... Ainda olham um para o outro com esse sentimento de deslumbramento?
Pedro – Sim, sinto isso sempre que olho para a Carla. Temos muitos pequenos gestos que nos ajudam a manter esse romantismo. Temos uma sintonia enorme.
Carla – O Pedro é um eterno romântico.
– E já pensa em regressar a Portugal?
Pedro – Sou considerado um dos melhores gestores internacionais, tenho tido propostas fantásticas de todos os cantos do mundo e de cá ainda não tive nenhuma. Por isso tenho mesmo de ficar no estrangeiro, até porque temos as nossas obrigações financeiras e projetos por realizar.
– Já partilharam a vossa vontade de serem pais. Esta distância não acaba por adiar a concretização desse sonho?
Carla – Não sei… Já não faço planos como fazia antigamente. Vou deixar as coisas acontecerem naturalmente. Obviamente que a distância acaba por ser um entrave enorme para pensarmos em ter filhos. Neste momento, acabamos por dar prioridade às nossas carreiras.
Pedro – Já estamos a planear ter um filho, mas sem pressão.

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