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Grávida de oito meses, Tristana Esteves Cardoso vai ser mãe de uma menina

A gestora de comunicação está à espera do segundo filho, uma menina, que se vai chamar Francisca. Tristana e o companheiro, Bruno Coutinho, já são pais de António, de sete anos.

Marta Mesquita
21 de agosto de 2016, 10:00

Por ter crescido sempre ao lado da irmã gémea, Tristana Esteves Cardoso, de 35 anos, nunca se imaginou apenas com um filho. Por isso, sete anos depois de terem tido António, a gestora de comunicação e o companheiro, Bruno Coutinho, decidiram aumentar a família. No último trimestre de gravidez, Tristana já sabe que vai ser mãe de uma menina, Francisca, que deverá nascer em outubro. Apesar de não ser mãe de ‘primeira viagem’, a gestora de comunicação está a desfrutar intensamente de cada etapa da gestação, assegurando que se sente preparada para dividir a sua atenção e o seu amor por dois.
– Está a viver esta gravidez da mesma maneira que a primeira? Ou é tudo diferente?
Tristana Esteves Cardoso – É tudo diferente, até porque temos outra consciência. Já não é uma novidade e levamos tudo de uma maneira mais leve e serena. Vejo a gravidez como uma bênção e ser mãe faz-me sentir completa. Por isso, fazia-me muita impressão ter apenas um filho. E tenho a certeza de que desta vez vou ser uma mãe diferente. Aliás, já o sou, até na maneira como encaro a gravidez. Na primeira, vivi muito recatada e protegida. Desta vez estou muito ativa e pretendo levar tudo com mais tranquilidade. O António teve uma mãe de primeira viagem, que se deu de uma forma muito pura e totalitária. Amo tanto o meu filho que não sei como é que posso igualar esse amor. Nem sei como é que é possível dividir o meu coração por dois amores tão inteiros, mas vou fazê-lo! A maternidade modifica uma mulher e para melhor.
– E já saber ao que vai também apazigua alguns medos?
– Sim... Sou muito otimista e acho sempre que tudo vai correr bem. Também estou a ser muito bem acompanhada por uma equipa médica fantástica. Desta vez, vou ter a bebé no Hospital Lusíadas Lisboa. Vi como a minha irmã [Sara] foi tratada e gostei tanto que decidi ter lá a Francisca.
– Disse que viveu o nascimento do seu primeiro filho “de uma forma muito pura e totalitária.” Repetindo a experiência, não sente que corre o risco de se anular como mulher?
– Quando o António nasceu, senti que tinha de morrer como mulher para ser uma boa mãe. Se aquela Tristana, que olhava mais para o seu umbigo, não morresse, não conseguiria ser a mãe que queria e desejava. Reorganizei todo o meu conceito de vida. Contudo, acho que me tornei uma pessoa melhor. Estou sempre em segundo plano e acho que isso é algo maravilhoso. Não penso duas vezes se tiver de escolher entre ficar com o meu filho ou com outras pessoas. Claro que continuo a ser independente e ativa profissionalmente, até porque me realiza. Mas o meu pilar é a minha família.
– Desta vez, vai ser mãe de uma menina…
– Sempre quis ter uma menina, o meu universo sempre foi muito cor-de-rosa. Quando soube que ia ter um rapaz, fiquei sem saber o que fazer, mas depois de o António nascer comecei a amar ser mãe de um rapaz. Contudo, o desejo de ter uma menina manteve-se. Acho que a minha filha me vai tornar ainda mais feminina.
– A Francisca vai ser a primeira neta do seu pai, Miguel Esteves Cardoso. Como é que ele reagiu?
– O meu pai ficou histérico, sempre quis meninas. Todos queriam que fosse uma menina, até porque tanto a minha irmã como eu já tínhamos rapazes. O meu pai liga-me todos os dias a perguntar se está tudo bem! É uma bebé muito desejada.

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